Novidades Ecológicas

“Açúcar é a droga mais perigosa do nosso tempo”, diz especialista

Para os apaixonados por doces, um alerta: “açúcar é a droga mais perigosa do nosso tempo”, de acordo com Paul van der Velpen, chefe do serviço de saúde de Amsterdã, na Holanda. Ele explica que o seu uso deve ser desencorajado porque é viciante e que os produtos açucarados deveriam vir com alertas de saúde, assim como os maços de cigarro. Os dados são do jornal Daily Mail.
 
Velpen afirmou que é “tão difícil de largar [o açúcar] quando o cigarro”. Segundo ele, quando as pessoas comem gorduras e proteínas, param quando se sentem satisfeitas, mas, no caso do açúcar, ingerem por mais tempo, até que o estômago comece a doer. 

A solução, na opinião do especialista, é tributar o açúcar da mesma forma que o álcool e o cigarro. Também sugeriu que a quantidade de açúcar que pode ser adicionada aos alimentos processados deve ser regulamentada.

Estudo: excesso de açúcar é tão prejudicial quanto o cigarro

Pesquisadores acreditam que a regulamentação para a venda do açúcar deveria ser mais rígida, evitando diversos problemas de saúde Foto: Getty Images
Pesquisadores acreditam que a regulamentação para a venda do açúcar deveria ser mais rígida, evitando diversos problemas de saúde
Foto: Getty Images

O açúcar é um veneno e deveria ter sua venda controlada assim como o cigarro e o álcool. A radical afirmação é a conclusão de cientistas americanos, que atribuem o consumo excessivo de açúcar em alimentos e bebidas ao crescimento de doenças como obesidade, câncer, problemas no coração e no fígado. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Eles acreditam que isso contribui para a morte de 35 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, o que na opinião dos pesquisadores é motivo suficiente para haver um maior controle e uma legislação mais rígida neste sentido. Em um artigo intitulado “A verdade tóxica sobre o açúcar”, publicado no jornal Nature, os cientistas afirmaram: “um pouco não é um problema, mas muito mata – lentamente”, sentenciaram.

Eles alertam, ainda, que a obesidade atualmente representa um problema maior do que a desnutrição em todo o mundo. Eles reforçam que o açúcar não só contribui para a obesidade, mas afeta o metabolismo como um todo, aumenta a pressão arterial, desequilibra os hormônios e faz mal ao fígado. Os danos causados também estão associados ao abuso do álcool – feito com açúcar destilado.

Os pesquisadores mostram que, assim como o álcool, o açúcar está disponível em larga escala, o que induz o abuso. Eles acreditam que a restrição seria mais efetiva do que educar as crianças sobre dietas ou exercícios físicos.

Sendo assim, o estudo sugere que a taxa sobre os refrigerantes seja dobrada, o que poderia reduzir sua venda; assim como regulamentações mais rígidas em escolas e lanchonetes. O artigo mostra também que o consumo de açúcar atual representa o triplo do que era consumido há 50 anos. Outras linhas de pesquisa se opõem a esta teoria, afirmando que a chave para a boa saúde está em uma dieta variada, incluindo atividades físicas.

​Read More
Novidades Ecológicas

Benefício das folhas verdes

Esqueça os ponteiros do relógio. Volte os olhos para o verde e monte seu prato com salada. Mastigue bem as folhas. Além de triturar os alimentos, a mastigação ajuda a saliva a juntar os nutrientes. Só depois dê atenção ao arroz e feijão. O hábito de comer com calma as verduras, esquecido diante de uma vida cada vez mais agitada, preenche mais o estômago, evitando a compulsão alimentar, e auxilia o emagrecimento. “As folhas são de baixa caloria e dão saciedade. Além disso, a pessoa que está querendo emagrecer tem que consumir vitaminas e minerais, pois eles vão possibilitar melhor queima de gordura”, revela a nutricionista e sócia do Centro de Alimentação e Bem-Estar Juliana Nakabayashi. Não há desculpa nem para quem almoça em comida a quilo. Reserve metade do prato para a salada e comece por ela a refeição.

As folhas contêm poucas calorias – em média, 25 por unidade – e muitos benefícios nutricionais. Por isso, a salada pode ser consumida à vontade. O que não dá é abusar dos molhos industrializados, que costumam ter excesso de sódio. “É permitido azeite de oliva porque contém óleos essenciais importantes para o colesterol bom. Vinagre é bem-vindo, sal pode ser usado com moderação, e a maionese deve ser evitada pelo excesso de gordura”, aponta a nutricionista Fernanda Dias. Com cinco temperos naturais (manjericão, orégano, alecrim, alho desidratado e salsinha desidratada), acrescidos de azeite, é possível preparar um sal de ervas que, além de dar um aroma diferenciado, deixa a salada mais saborosa. Limão, ervas e pimenta também acrescentam nutrientes às folhas.

Para tornar a salada mais atrativa, Juliana Nakabayashi sugere misturar as folhas com ingredientes como milho, palmito, azeitona e tomate seco, assim como frutas, castanhas e amêndoas, tomando o cuidado para não acrescentar muitos industrializados para a comida não ficar artificial.

SUCOS NATURAIS
Mas quem disse que as folhas se resumem a um prato de salada? Os sucos, por exemplo, podem ser uma maneira diferente e saudável de experimentar as verduras em um momento que não seja relacionado à refeição principal. Além de comer três tipos de folhas diferentes por dia, a recomendação é tomar três sucos naturais que contenham folhas.

A centrífuga é o objeto de ouro na cozinha do estudante de medicina e professor de ioga Vitor de Almeida Souza, de 24 anos, que virou vegetariano depois de procurar tratamentos alternativos para a depressão. Para o vegano crudívoro (que consome apenas alimentos crus), os sucos são mais interessantes que as saladas. Ele chega a gastar por dia um maço de espinafre e um pé de alface preparando misturas de frutas com folhas que ingere pelo menos três vezes ao dia. “Não tomo mais remédio. Percebi que o que a gente sente é produto dos nossos hábitos, incluindo a alimentação. Agora, sinto a mente mais clara, fica mais fácil raciocinar, memorizar, meu olhar está mais focado, tenho mais energia, estou mais flexível para a ioga, fiquei menos raivoso, tenho mais paciência e fiquei menos tímido. Sou um dos mais espontâneos e que mais participa das aulas na faculdade. Verde é uma forma de tratamento.”

No ano que vem, Vitor vai passar uma temporada nos Estados Unidos para estudar a medicina alternativa. No futuro, ele quer tratar seus pacientes de uma maneira bem diferente da tradicional.

Usando a criatividade, as verduras podem ser usadas no preparo de várias receitas. A ideia é aproveitar tudo. “Muita gente joga fora os talos, mas às vezes eles têm mais nutrientes que a própria folha”, alerta a nutricionista Silvana Portugal. Eles vão bem em sopa de legumes, suco verde, arroz, massa da panqueca ou pode ser ingrediente da própria salada, desde que seja cortado em pedaços bem pequenos, para não ficar muito duro. “Você também pode mudar a rotina de colocar em pratos salgados e testar em preparações doces, fazendo bolo de couve ou de alface”, sugere Fernanda Dias.

Em relação ao preparo de folhas refogadas, a única restrição é o tempo de contato com o fogo. A fervura deve ser moderada para que não se percam nutrientes mais voláteis, como a vitamina C. Outra dica da nutricionista é reaproveitar a água da panela, que contém vitaminas hidrossolúveis, no cozimento de arroz ou numa sopa. O ideal é usar imediatamente o líquido nutritivo.

As folhas podem representar perigo para a saúde?
Sim, pois são alimentos que comemos na maior parte das vezes crus. Assim, eles não se beneficiam do tratamento térmico que poderia acabar com os micro-organismos. Comer hortaliças não higienizadas pode provocar doenças como salmonelose, cisticercose, amebíase, diarreia hemorrágica, síndrome hemolítica renal e intoxicação aguda causada por agrotóxicos.

Como diminuir os riscos de contaminação?
Chegou da feira, leve tudo para geladeira. As hortaliças devem ser lavadas geladas, pois, quando são colocadas na água em temperatura ambiente elas absorvem a água com o contaminante que está na superfície. É importante colocá-las em um novo saco plástico e deixá-lo aberto na parte menos fria da geladeira, que é a gaveta lá embaixo, para não queimar, por pelo menos duas horas.

Qual é o processo adequado de higienização? Para começar, jogue fora as folhas comidas por insetos, queimadas, pretas ou com algum problema visível. Lave folha por folha em água corrente, de um lado para o outro. Nunca use detergente ou sabão porque eles alteram a qualidade do alimento. Depois, mergulhe as folhas por cinco a 10 minutos em uma mistura de um litro de água com uma colher de sopa de água sanitária e dê mais uma enxaguada. Coloque em vasilha forrada com papel absorvente e tampe para proteger do frio. As folhas duram uns três dias na geladeira.

​Read More
Novidades Ecológicas

Indústria farmacêutica expande diagnósticos e inventa novas doença

por Heloisa Villela, de Nova York

– Existe um número muito maior de pessoas saudáveis do que de pessoas doentes no mundo e é importante, para a indústria farmacêutica, fazer com que as pessoas que são totalmente saudáveis pensem que são doentes. Existem muitas maneiras de se fazer isso. Uma delas é mudar o padrão do que se caracteriza como doença. Outra é criar novas doenças.

Parece teoria conspiratória. Mas a declaração da médica e professora Adriane Fugh-Berman é baseada em anos de pesquisa a respeito das práticas da indústria farmacêutica e da facilidade com que ela manipula os médicos, usados não apenas para vender remédios, mas também para promover doenças. No momento, ela está pesquisando algo que descobriu faz pouco tempo. Representantes de fabricantes de material cirúrgico muitas vezes são vistos dentro de salas de operação “ajudando” os cirurgiões. “Que relacionamento é esse?”, quer saber a pesquisadora.

Adriane Fugh-Berman é formada pela escola de medicina da Universidade Georgetown com especialização em medicina familiar. Militou em uma organização voltada à saúde da mulher e ouviu muitos desaforos de médicos, há duas décadas, quando reclamava que não existiam estudos comprovando a necessidade de tratamentos hormonais para mulheres na menopausa. Existia, isso sim, risco — como mais tarde ficou comprovado. O tratamento hormonal aumentou em muito os casos de câncer de mama e a prática mudou. Antes disso, ela ouviu muitas críticas em conferências e seminários médicos.

Quando embarcou no estudo e no programa de educação a respeito da relação dos médicos com a indústria farmacêutica, ela esperava uma reação ainda pior. Professora adjunta do Departamento de Farmacologia e Fisiologia da Georgetown, ela recebeu uma verba para estruturar o programa voltado para a educação dos médicos e para expor as práticas de marketing da indústria, os métodos que ela emprega para influenciar a prescrição de medicamentos. Tarefa espinhosa.

Filha de um casal ativo nos anos sessenta, nos protestos contra a guerra do Vietnã, a médica e professora Adriane Fugh-Berman abraçou a oportunidade e criou um blog bem sucedido, com informações e denúncias de gente que trabalhou na indústria farmacêutica e aprendeu as técnicas empregadas para conquistar e influenciar os médicos. Nos últimos dez anos, ela viu resultados do trabalho nos Estados Unidos. Mas alerta que a indústria farmacêutica vê o Brasil, a China e a Índia como os principais mercados para a expansão da venda de remédios.

Fugh-Berman escreveu vários artigos mostrando que a indústria seleciona profissionais ainda em formação, nos chamados Cursos de Educação Continuada (CME). Vendedores bem preparados identificam possíveis formadores de opinião nos centros médicos das universidades: médicos, enfermeiros e assistentes. Eles são paparicados.

Recebem presentes, atenção, são convidados para jantar. Depois de uma checagem, são escolhidos os que poderão falar em nome da indústria e servir aos propósitos mercadológicos. Enquanto falam o que a indústria quer ouvir e divulgam, no setor, a visão das empresas, continuam recebendo todos os privilégios. Assim, as farmacêuticas vão comprando acesso aos profissionais que podem prescrever e promover remédios.

Viomundo – Como, quando e por que você lançou o blog Pharmedout, da Universidade Georgetown, do qual é diretora?

AFB – Originalmente, fomos financiados com dinheiro de uma punição. A Warner Lambert, que era uma subsidiária da Pfizer, foi processada pelos 50 estados americanos mais o Distrito de Columbia por causa da propaganda de um composto que aqui nos EUA se chama Gabapentin.

É um remédio para convulsões, para epilepsia, que estava sendo vendido e promovido como sendo um remédio para depressão e bipolaridade, dor muscular, tudo…

Houve um acordo na justiça a respeito da propaganda ilegal desse remédio. [Nota do Viomundo: Em 2004, a Pfizer foi obrigada a pagar US$ 430 milhões pela propaganda fraudulenta do remédio, vendido com o nome de Neurontin].

Os procuradores estaduais decidiram usar parte do [dinheiro do] acordo para financiar esforços de educação de médicos e do público a respeito das propagandas da indústria farmacêutica. Acho que eles financiaram 26 centros médicos universitários para criar modelos educativos.

Nós recebemos financiamento por dois anos e tivemos melhores resultados do que os outros projetos e somos o único projeto que continua sobrevivendo. Ao menos dos que não existiam antes disso. Existem uns dois que já funcionavam antes.

Eu venho de um ativismo na área de saúde. Trabalhei com um grupo chamado Rede de Saúde da Mulher que não recebe dinheiro algum da indústria e já tinha experiência com essa história de tentar promover mudança social sem ter orçamento…

Produzimos vídeos com gente que trabalhou na indústria, escrevemos análises de artigos acadêmicos, divulgamos material educacional na internet e não recebemos mais dinheiro desde 2008.

Viomundo – Como estão sobrevivendo?

AFB – Estamos sobrevivendo de doações individuais e organizamos uma conferência todo ano. Pedimos algum dinheiro para a escola e cobramos uma taxa de inscrição, apesar de deixarmos todo mundo que não tem dinheiro entrar de graça porque tem muitos estudantes e eles não pagam nada, por exemplo.

Levantamos um pouquinho de dinheiro com a conferência e algumas doações da escola. Por exemplo, a verba para estudar a relação entre cirurgiões e representantes dos fabricantes de material cirúrgico que ficam dentro da sala de operações ajudando os cirurgiões e ninguém sabe nada a respeito dessas relações e como começaram.

Ganhamos um dinheiro do departamento de filosofia da Georgetown para essa pesquisa. Mas a maior parte da nossa verba vem de contribuições individuais. Temos apenas um funcionário remunerado. Eu não ganho nada do projeto e temos voluntários. Quando o dinheiro acabou, em 2008, ninguém saiu. Todo mundo ficou no projeto. E continuaram fazendo trabalho voluntário nos últimos cinco anos.

Viomundo – Em um de seus artigos você  diz que a indústria farmacêutica promove doenças e não apenas a venda de remédios. Você pode explicar e dar exemplos do que está  falando?

AFB – Existe um número maior de pessoas saudáveis do que de pessoas doentes no mundo e é importante para a indústria fazer com que as pessoas que são totalmente saudáveis pensem que são doentes. Existem muitas maneiras de se fazer isso.

Uma delas é mudar o padrão do que caracteriza uma doença. Essa é uma área muito vasta e interessante. O padrão para diagnóstico de pressão alta e diabetes e colesterol alto caiu ao longo dos anos.

Viomundo – Para incluir mais gente nessas categorias de doentes?

AFB – Exatamente. Quando eu estava na escola de medicina, uma pressão de 12 por 8 era considerada perfeita. Era o alvo. E agora é considerada pré-hipertensão.

Viomundo – Como aconteceu essa mudança?

AFB – Existem comitês que fazem as recomendações para essas mudanças e eles estão cheios de gente que recebe dinheiro das grandes empresas farmacêuticas.

Por exemplo, o Programa Nacional de Educação sobre o Colesterol é supostamente independente e assessora o governo a respeito da maneira de administrar o colesterol.

O comitê que decidiu reduzir as metas tinha uma única pessoa com menos de três conflitos de interesse com os fabricantes de remédios de colesterol. Não sei nem se era zero, mas menos de três!

Obviamente, qualquer pessoa tomando decisões a respeito de remédios para um hospital ou um país não deve ter nenhum conflito de interesse com nenhum fabricante de remédios.

Outra forma de fazer com que pessoas saudáveis pensem que são doentes é expandir a categoria da doença ou até mesmo criar doenças.

Por exemplo, restless leg syndrome (síndrome da perna que não para). É uma doença real, neurológica, raríssima.

Mas foi redefinida de forma que se você está agitado durante a noite, pode ser diagnosticado com essa doença.

Outro exemplo é a doença da ansiedade social. É bom notar que a psiquiatria é a profissão mais suscetível a diagnósticos questionáveis porque todos os diagnósticos são subjetivos.

Dependem muito da cultura e não existe nenhuma prova, nenhum exame para comprovar a existência da doença. Por isso é um alvo.

Uma das categorias que talvez tenha sido criada é essa doença da ansiedade social que antes chamávamos de vergonha.

Outra que foi criada é osteopenia, ou baixa massa óssea, que agora é considerada precursora da osteoporose e a osteoporose é apenas um fator de risco. Não é uma doença, é uma indicação de risco para quedas e fratura de ossos.

Então a osteoporose é um fator de risco para um fator de risco de uma doença. E a osteopenia é um fator de risco para um fator de risco para um fator de risco.

Nicotina para sempre, mas não no cigarro

Viomundo – E eu aposto que existe um remédio para isso…

AFB – Claro. E os remédios mais usados podem aumentar o risco de fraturas se forem tomados por mais de cinco anos!

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) também seria um exemplo de algo que provavelmente existe, mas agora qualquer criança que não se comporta na sala de aula é diagnosticada com TDAH e medicada.

Outra coisa que foi inventada é TDAH em adultos. Antes só existia em crianças. Agora também existe em adultos e assim podem continuar tomando remédios o resto da vida.

Existe também um esforço para classificar o vício em nicotina como uma doença porque as empresas que vendem produtos para ajudar a parar de fumar… as empresas de seguro de saúde só cobrem os gastos com esses produtos por dois meses porque eles devem te ajudar a parar de fumar. Depois de dois meses você parou de fumar e pronto.

Mas existe um movimento das empresas que fabricam esses produtos para classificar esse vício como uma doença para que os seguros cubram o custo do uso desses produtos pelo resto da vida.

Assim, eles tentam provar para os fumantes que eles não podem parar e que é melhor substituir o cigarro por um desses produtos. Talvez seja melhor mesmo usar um substituto da nicotina do que fumar, mas quem está tomando essa decisão são as empresas farmacêuticas que usam formadores de opinião na comunidade médica. E essas decisões não são baseadas em Ciência.

São tomadas apenas porque empresas biomédicas poderosas garantem que as opiniões que são favoráveis a elas calem as opiniões contrárias.

Metads das pessoas que consegue eliminar o cigarro com sucesso simplesmente param de fumar. E a indústria farmacêutica odeia isso. Quer fazer com que as pessoas acreditem que necessitam da ajuda dela. E que não podem parar sozinhas ou talvez não possam nunca parar.

É um recado horrível não somente para os consumidores, mas para os profissionais de saúde dizer: “Seus pacientes não conseguem parar de fumar”. Porque isso é o que você tenta primeiro. Se isso não funcionar, então você usa um substituto. Mas alguns desses produtos também têm efeitos adversos.

Viomundo – Você diria que no fim do dia o dinheiro é a causa de todos esses problemas? A ganância? 

AFB – Acho que o mais importante é separar a indústria farmacêutica da educação, da regulamentação e das decisões a respeito de que remédios e tratamentos devem ser cobertos.

Não se pode permitir que a indústria se envolva com a educação, que influencie a regulamentação e participe dos comitês que decidem que remédios são cobertos.

Eles podem apresentar argumentos e, se tiverem informações, podem apresentar para o comitê. Mas as pessoas que participam desses comitês não podem ter conflitos de interesse.

E uma das armadilhas é o seguinte conceito: “Eu não tenho conflito de interesses com essas empresas em particular”. Se estou avaliando um remédio, talvez eu tenha uma relação com a empresa B, mas estamos avaliando um produto da empresa A. Então não é um conflito de interesse.

Isso é uma tremenda armadilha por vários motivos. Um deles é que promover um remédio é muito mais do que divulgar os benefícios daquela droga. Pode ser também divulgar informações negativas a respeito de outros remédios. Divulgar informações negativas a respeito de dietas e exercícios. E não está mencionando o remédio da empresa com a qual tem relações.

O que muita gente não sabe e é muito importante é que a promoção de um remédio às vezes começa dez anos antes dele chegar ao mercado. Essa droga pode nem ter sido testada em humanos ainda, mas a empresa já está tentando plantar a semente na cabeça dos médicos de que a doença é um grande problema, que não é brincadeira.

“TDAH destrói vidas. Síndrome da ansiedade social destrói vidas. É uma epidemia trágica. Muito mais séria e abrangente do que você pensa”.

Isso começa anos antes. Pessoas são pagas para falar sobre isso. Quando a droga chega ao mercado você diz “graças a Deus surgiu um remédio para essa doença incurável da qual ouço falar há anos!”.

Viomundo – Por que a população em geral e os médicos, em particular, caem nessa armadilha tão facilmente e com tanta frequência?

AFB – Olha, é mais difícil enganar a população do que os médicos. É muito fácil enganar os médicos. Por vários motivos. Ao menos nos EUA, os médicos, em geral, vêm das classes mais altas da sociedade. Nunca venderam nada. Não têm vendedores na família. Não têm familiaridade com técnica de vendas.

Às vezes conversamos com estudantes que têm vendedores na família e eles identificam claramente as técnicas de vendas. Os médicos não reconhecem. Não apenas vêm das classes mais altas, mas também são ingênuos.

Aparentemente, nos Estados Unidos, e não sei se isso se aplica também ao Brasil, os médicos são mais suscetíveis a golpes financeiros. Eles são inteligentes. São muito bons nas provas de múltipla escolha. Mas não têm esperteza. São crédulos. Para mim foi muito interessante descobrir isso.

Viomundo – Isso não é apenas uma maneira de desculpá-los facilmente? Eles não deveriam ter mais responsabilidade sobre o que estão fazendo?

AFB – Mas eles não são expostos… Ok, nós fazemos uma apresentação chamada “Porque o almoço é importante” e trabalhamos nela com muito cuidado. Usamos psicologia social para ajudar os médicos a perceber esses truques. Uma das coisas que fizemos na apresentação foi, numa das primeiras vezes que a testamos, espalhei pessoas na plateia para anotar os comentários que os médicos faziam. Pegamos os comentários mais comuns e transformamos em slides. Depois usamos esses slides com outras plateias e teve um efeito impressionante.

Um deles, por exemplo, dizia: “Você está errado, os representantes das indústrias farmacêuticas são meus amigos!” ou “eu sou muito inteligente para ser comprado por uma fatia de pizza e você está sugerindo isso!”

Pusemos esses comentários nos slides e depois explicamos porque estavam errados. Os médicos ficaram chocados. Realmente chocados! Porque mostramos o que estavam pensando. Foi muito eficaz.

As pessoas saíram das nossas apresentações jurando que jamais receberiam um representante da indústria novamente. Nunca iriam a um jantar pago pela indústria novamente. Ninguém gosta de ser enganado e quando você descobre que está sendo enganado você fica com raiva. E eles não estavam com raiva de nós e sim dos fabricantes de remédios.

A grande maioria dos médicos quer fazer o melhor para seus pacientes. Existem alguns que fazem qualquer coisa por dinheiro. Mas eles são a minoria. A maioria quer fazer o melhor para os pacientes. Mas eles não se dão conta de que as fontes das informações que recebem são contaminadas, que estão sendo manipulados pela indústria de diversas maneiras.

Que a indústria controla a informação sobre remédios apresentados em encontros médicos, em publicações médicas, em toda fonte de informação da qual eles dependem. E não gostam quando descobrem isso.

Viomundo – Como é possível mudar tudo isso se a indústria controla a pesquisa e o desenvolvimento de novos remédios, os testes em humanos, tem um dos maiores lobbies no Congresso e assim controla as leis escritas a respeito dela. Como escapar dessa situação?

AFB – Acho que é preciso promover mudanças em várias frentes. Algumas coisas mudaram um bocado, nos EUA, nos últimos cinco a dez anos. Ainda existe muito a fazer, mas acho que boa parte é expor os problemas.

Trabalhos como o da ProPublica divulgando na internet os pagamentos para médicos, de forma simples e acessível. A divulgação obrigatória [do que os médicos recebem da indústria] é importante. Mas não é suficiente.

Algumas mudanças tem que vir da profissão médica mesmo. Ela tem que recusar a relação com a indústria em nível individual ou no nível das sociedades médicas que aceitam dinheiro da indústria. As sociedades médicas têm que parar de receber dinheiro.

Os médicos têm que recusar presentes e temos que tirar todas as pessoas que tenham qualquer conflito de interesse com a indústria farmacêutica dos órgãos decisórios sobre riscos e benefícios de remédios.

Tem que haver reformas legislativas também. Você mencionou a pesquisa, que é muito importante. Nos EUA, há 30 anos, o Instituto Nacional de Saúde financiava 70% de todas as pesquisas biomédicas. Agora, é a indústria que financia 70% das pesquisas biomédicas. Isso é um problema.

Precisamos de mais financiamento do governo. Testes financiados pelo governo às vezes descobrem que remédios antigos são melhores do que os novos. A indústria nunca vai financiar esse tipo de estudo. A indústria financia vários estudos e só publica aqueles dos quais gosta, o que faz sentido de um ponto de vista de negócios.

 

fonte

​Read More
Novidades Ecológicas

Alimentos transgênicos causam inflamação no estômago

Se você tiver problemas de estômago ou problemas gastrointestinais, um novo estudo liderado pelo Dr. Judy Carman pode ajudar a explicar porquê: suínos alimentados com uma dieta de soja geneticamente modificada e milho apresentaram um aumento 267% em inflamação do estômago em comparação com aqueles alimentados com dietas não-transgênicos . No sexo masculino, a diferença foi ainda mais acentuada: um aumento de 400%. (Para o registro, a maioria das crianças autistas são do sexo masculino, e quase todos eles têm inflamação intestinal grave.)

 

If you have stomach problems or gastrointestinal problems, a new study led by Dr. Judy Carman may help explain why: pigs fed a diet of genetically engineered soy and corn showed a 267% increase in severe stomach inflammation compared to those fed non-GMO diets. In males, the difference was even more pronounced: a 400% increase. (For the record, most autistic children are males, and nearly all of them have severe intestinal inflammation.)

The study was conducted on 168 young pigs on an authentic farm environment and was carried out over a 23-week period by eight researchers across Australia and the USA. The lead researcher, Dr. Judy Carman, is from the Institute of Health and Environmental Research in Kensington Park, Australia. The study has now been published in the Journal of Organic Systems, a peer-reviewed science journal.

The study is the first to show what appears to be a direct connection between the ingestion of GMO animal feed and measurable damage to the stomachs of those animals. Tests also showed abnormally high uterine weights of animals fed the GMO diets, raising further questions about the possibility of GMOs causing reproductive organ damage.

Proponents of corporate-dominated GMO plant science quickly attacked the study, announcing that in their own minds, there is no such thing as any evidence linking GMOs to biological harm in any animals whatsoever. And they are determined to continue to believe that, even if it means selectively ignoring the increasingly profound and undeniable tidal wave of scientific studies that repeatedly show GMOs to be linked with severe organ damage, cancer tumors and premature death.

“Adverse effects… toxic effects… clear evidence”

The study was jointly announced by GM Watch and Sustainable Pulse.

Lead author of the study Dr. Judy Carman stated, “We found these adverse effects when we fed the animals a mixture of crops containing three GM genes and the GM proteins that these genes produce. Yet no food regulator anywhere in the world requires a safety assessment for the possible toxic effects of mixtures. Our results provide clear evidence that regulators need to safety assess GM crops containing mixtures of GM genes, regardless of whether those genes occur in the one GM plant or in a mixture of GM plants eaten in the same meal, even if regulators have already assessed GM plants containing single GM genes in the mixture.”

The following photo shows one of the pig intestines fed a non-GMO diet vs. a pig intestine fed a GMO diet. As you can see from the photo, the pig fed the GMO diet suffered severe inflammation of the stomach:

Yet more evidence that GMOs damage mammals

The study adds to the weight of scientific evidence from others studies which show that rats fed a diet of GMOs grow horrifying cancer tumors and suffer premature death.

A scientific study published last year concluded that eating genetically modified corn (GM corn) and consuming trace levels of Monsanto’s Roundup chemical fertilizer was linked with rats developing shockingly large tumors, widespread organ damage, and premature death.

That study was also criticized by corporate GMO trolls who argued that scientists should not show pictures of rats with large cancer tumors caused by GMOs because the pictures scare consumers into being afraid of GMOs.

Here are some of the pictures they don’t want you to see, taken right from the public announcement of the study:

That study also found that rats fed GM corn suffered severe kidney damage as well as shockingly high rates of premature death.

Why weren’t these studies done before GMOs were unleashed into the global food supply?

The GMO biotech industry was able to escape any meaningful regulation of GMOs in the United States by (ridiculously) claiming GMOs were substantially no different from non-genetically engineered crops. “They’re all the same!” we were told. And the USDA bought it.

So how did Monsanto patent its GM corn, then? You’re not supposed to be able to patent something unless it’s uniquely different. Thus, the very fact that Monsanto has acquired patents on its GMO crop varieties is proof that the company itself believes its seeds are different.

And what’s different about Monsanto’s GM corn? It produces a deadly insecticide grown right into every kernel. That insecticide, of course, is what kills insects that try to eat the crop. And how does it kill those insects? It fatally damages their digestive systems. That same insecticide stays inside the corn even as the crop is turned into animal feed… or corn chip snacks… or flaked corn breakfast cereal.

GMOs are unfit for human consumption

This pig stomach inflammation study suddenly provides yet more credible evidence that GMOs are unfit for human consumption and may be causing severe damage to the digestive systems of both humans and mammals.

Naturally, the GMO industry and all its paid online trolls, on-the-take “scientists” and multi-million dollar P.R. machine will try to viciously attack this study from every angle. They absolutely hate real science when that science calls into question their poisonous, deadly seeds and genetic pollution.

That’s why you won’t read this news anywhere in the mainstream media — the same media that utterly discredited itself a few weeks ago when it pretended the hugely successful global March Against Monsanto never even took place.

NOTE TO THE SELLOUT CORPORATE MEDIA: You have zero credibility remaining. Virtually no one believes what you print. Everyone knows you have sold out your editorial agenda to Big Pharma, Monsanto, weapons manufacturers and the surveillance state. The reason why alternative media like GM Watch and Natural News is rising while your own numbers keep plummeting is because we print the real news that really matters on liberty, food freedom, farm freedom, health freedom and self-reliance

. Maybe if you stopped intentionally lying to your readers on a daily basis while censoring important news on grassroots liberty, you might see some readers return to your publication… 

Learn more: http://www.naturalnews.com/040727_GMO_feed_severe_inflammation_pig_stomachs.html#ixzz2VzxAIXpP

​Read More
Novidades Ecológicas

Salada multi camadas de Inverno

Salada Sanduíche Vivo

Ingredientes

1 copo de Couve flore ralada
1 pirada de Sal
1 tomate sem pele
1/2 dente de Alho
1 pitada de Comino
1 colher de café de Páprika doce
100g de Batata baroa cozida
1 colher de chá de Azeite (opcional)

Forma de preparo

Cozinhe a batata doce e misture com alho, azeite e sal e comino
Amasse com garfo

Misture a couve flor com páprika, sal, azeite, alho, tomate em cubinhos

Forma de montar

Use um aro metálico
Coloque o purê de batata doce no fundo.
Coloque a couve flor
Coloque mais uma camada de purê de batata doce.

Decore com uma pitada de páprika no prato.

 

 

 

 

​Read More
Novidades Ecológicas

Comida Ecológica em Dubai – Curso de Alimentação Viva

Sem dúvidas uma das experiências mais incríveis que já tive na vida, mas não pelos motivos tradicionais, não pelos prédios incríveis, pelos pontos turísticos de outro mundo, mas por conhecer as melhores especiarias do planeta, as melhores ervas e tâmaras que jamais provei.

Dubai produz alimentos no deserto com a água dessalinizada, imagina o custo? Os mercados tem comida do mundo inteiro, nunca vi tantos vegetais diferentes. Quando gravei este vídeo eu estava fazendo compras para um jantar na casa de um cliente que morava no 95º andar de um prédio de 120 andares.

Quando escutei sobre Dubai fui buscar no Google, poderia jurar que era de mentira. Nunca moraria em em uma cidade assim, mas amei conhecer. Até você ver, com os próprios olhos, é difícil de saber se as fotos são reais ou não.

Como foi minha viagem a Dubai?

Fui a convite de uma amiga de infância, Ana Garcia, ela tinha interesse em melhorar sua alimentação e de quebra ela estava olhando este universo da alimentação vegana como uma alternativa financeira. Ela trabalhava em Dubai e estava bem estabelecida mas era apaixonada por alimentação saudável. Depois que fui para Dubai, ela largou tudo, fez um curso de culinária viva nos EUA e está trabalhando como Personal RAW Chef e sua agenda está lotada.

Fiquei no total 3 semanas em Dubai, aluguei um carro e conheci muitos cantinhos super interessantes. Claro os Shopping Centers que são bizarros de grandes com até pista de esqui.  Loja de ouro lá é igual loja de pão de queijo em MG. Porém o que mais gostei foram as lojas de especiarias.

Nadei no mar quente do Golfo Pérsico, fiz uma travessia de 2km, via apenas blocos de concreto ao fundo e algas marinhas começando a povoar as  fissuras das "pedras". Tudo em Dubai é de mentira, ilhas, cachoeiras, lagos, rios. Tudo foi construído a partir de um grão de areia, literalmente, um grão de areia misturado com petróleo. 

O que fui fazer em Dubai?

Abrir portas. Sempre que sou chamado para ir a um lugar que nunca estive não coloco muitas condições.  Vejo o que está sendo oferecido, vejo se minha agenda não está em conflito com outros eventos e aceito sem perguntar muito.

Não tínhamos um plano definido, apenas pessoas que acreditavam no meu trabalho e achavam que naquele país muitas portas poderiam se abrir e todos envolvidos no projeto inicial poderiam beneficiar-se.

Sempre que vou para um lugar que nunca estive, tenho a estratégia de gerar 3 tipos de eventos:

Gratuito - totalmente grátis (normalmente uma palestra com algum tipo de degustação)

Simples - mais barato (quase sempre um curso mais básico, 4 a 6h de duração)

Completo - preço elástico ( pode ser um detox de 5 dias, um curso privado, várias possibilidades podem surgir neste 3º tipo de serviço)

Como foi feito?

Uma vez definido os 3 tipos de serviço eu defino as datas, normalmente sexta, sábado e domingo. Sendo que o mais completo eu deixo para domingo.

Claro que em Dubai eu tive outra estratégia como eu estaria lá por 3 semanas, minha idéia era que na última semana seria o meu serviço mais completo, 5 dias de Detox.

Tudo começou com uma palestra, mas o dia escolhido foi em uma quarta feira, pois todos que tinham sido contactados gostavam de sair no final de semana. Observe os hábitos culturais da cidade que está, da população, no seu entorno, um dos maiores erros que as pessoas comentem quando querem vender algo ou ajudar pessoas é não perguntarem antes duas coisas simples:

O que seu público precisa

Para quando ele precisa

Então começamos nossa divulgação, uma palestra super legal, com informações relevantes e uma degustação das "quase" melhores receitas, esta é a chave do que acredito ser a melhor estratégia para começar um empreendimento. 

Por que "quase melhores receitas"?

Simples, as melhores tem que ser quando as pessoas te contratam.

Nem sempre as coisas saem como planejado, estar preparado para o fracasso é tão importante quanto estar preparado para o sucesso e não posso dizer que foi um fracasso. A única coisa que não deu certo foi ministrar um detox no final da temporada em Dubai, mas foram ministrados:

- 3 cursos de culinária, um em inglês, um em espanhol e outro para brasileiros em Dubai;

- 1 jantar para duas clientes, foi super importante, pois abriu muitas outras portas;

- 1 almoço para 20 pessoas; o evento mais lucrativo de todos. 

Seja nosso aluno do Curso Chef Ecológico e conheça nossas dicas de como começar a empreender

O que aprendi nesta incrível viagem

Aprendi que os melhores restaurantes não estão a beira mar onde os turistas comem. Os melhores são onde os funcionários dos hotéis, operários frequentam; eles ficam deserto a dentro. São os verdadeiros restaurantes Indianos, Tailandeses, Marroquinos, além de serem super baratos são mais autênticos gastronomicamente falando. Comida de verdade assim como cada cultura está acostumada. 

Nunca durma do lado de fora, na varanda, para evitar o ar condicionado. Vai acordar cheio de areia do deserto e de quebra as 5am vai dar um pulo de susto quando a mesquista mais próxima começar as atividades. Eles tem os melhores e mais altos alto-falantes que já escutei na vida e não começam devagarinho, com um mantra, promovendo a meditação, o tom de abertura parece ser o mais alto. Dei um pulo que quase cai da varanda.

Não deixe de provar os mais de 30 tipos de tâmaras e traga pelo menos 50 dos 500 tipos de especiarias. Mas se fizer isso, traga em embalagens comerciais e lacradas ou o Ministério da Agricultura vai jogar tudo fora. 

O que mudou na minha carreira, por ter ido para Dubai?

Eu trouxe uma mala de temperos, usei eles por um ano. Comprei uma geladeira apenas para guardar os tantos temperos que trouxe. Em vários jantares gastronômicos que promovi pude apresentar sabores incríveis e inusitados e responder com todo orgulho, trouxe de Dubai. Gastronomia é entretenimento, as pessoas gostam de provar coisas malucas de outros países. Conhecer restaurantes internacionais autênticos para depois tentar copiá-los na versão saudável é outra quando coisa quando se provou a comida original. Bagagem gastronômica se adquire provando coisas e não lendo em livros.

Depoimentos dos meus alunos em Dubai

Daniel,
Adorei conhecer você e todos os seus ensinamentos!! Espero me tornar uma pessoa melhor a partir de agora. Você nos abriu os olhos. Até a volta! Em breve! Beijo. Paula S.

​Querido,
Adorei te conhecer; suas receitas são fantásticas!!
Mago dos potinhos!
Sucesso sempre!!
Mil beijos
Sabrina

Daniel, virei sua fã de carteirinha. Queria você todos os dias!!! Rssss. Adorei o grupo e sentirei saudades dessa turma mega dedicada.
Bjos e mais sucesso em 2013.
Torcendo muito pela sua vinda definitiva pra cá!!!

Super informativo curso sobre comida ecológica. Deu uma super base de conhecimento para fazer os sucos, o que comer para lanche, como fazer saladas e mix de vegetais, sopa e sobremesa. Adorei! Super fácil e rápido de preparar e muito nutritivo.
Obrigada pelo treinamento e carinho Daniel.
Simone - Dubai - 23/10/2012

Curso maravilhoso, ultra-produtivo, com impacto imediato na alimentação, enfim é maravilhoso saber que pode-se comer muito bem somente com verduras, legumes e frutas. Mudanças radicais a serem feitas. Boa sorte Dani trabalho excelente.
Christiane Williams, Dubai 23/10/2012

It was really interesting and very good. Thank you very much!
Lanne

Daniel's food coaching was very informative, his approach is flexible and offer's support for all types of people whether to maintain weight, cure or energize which was refreshing. It was great to see how easy it can be to make a super yummy meal yet nutritious. He improvises which makes the whole experience of cooking more real and achievable by all. Fantastic training. Waad. Dubai 22/10/12

Daniel, muchas gracias por compartir tus conocimientos con nosotros. Me encanta tu forma de ensiñar y tu "paciencia" con nosotros. Ojalá puedas volver a Dubai y hacer una parte 2 del curso.
Claudio

Querido Daniel,
Muuuuuuuchissimas gracias por teus valiosos conocimientos!! Aqui es estaremos para una segunda parte.
um bezo, Veronica

Daniel,
Mil gracias por la cena tan deliciosa, y el postre estava fenomenal. Espero verte de nuevo.
un abrazo,
Doraliz

Daniel,
Ha sido un placer la mañana que compartimos!!! La alimentacion és un acto sagrado y vos ayudar a concientizarmos de eso!!! Muchissimo exiteo en Dubai y todo el mundo!!!
Marcela, Dubai 30/10/12

Querido Daniel,
Si logno cambiar mi alimentacion, como el ciclo de transformación, que a partir de Joaquin empecé... o lo abro a miles de possibilidades que sé que estais ali para descubrir.
Gracias, Belém


Quer mais dicas de como empreender no mundo da Alimentação Saudável? Seja nosso aluno no nosso Curso mais completo

​Read More
Novidades Ecológicas

Tem que ir na Ana Maria

Indique nosso Chef ao programa da

Ana Maria Braga

para ensinar estas receitas para todo Brasil

Foto Daniel  Living Food Expert

 

Torta de frutas vermelhas

TXF5449.jpg

Ingredientes

1 copo de Noze, 1 copo de castanha do pará, 2 copos de Tâmara desidratada,  1 colher de chá de Canela em pó, Raspa casca de 1/2 limão, 1 colher de essência de Baunilha ou as sementes de uma fava, 2 copos de Morango bem maduros, 2 copos de Amora bem roxa, 3 copos de Castanha de cajú crua sem sal, 1 copo de Agave ou mel.

Forma de preparo

Base

Triture em um processador de alimentos, as tâmaras e as nozes que deveriam estar de molho em água potável por 12h a canela e a baunilha até ficar com uma consistência firma e homogênea. Espalhe a massa em uma forma de torta, use uma folha de papel manteiga para proteger e facilitar de tirar da forma.

Recheio

Bata em um liquidificador todos os outros ingredientes até formar um redemoinho no copo do liquidificador, Você poderá adicionar mais frutas ou um pouco de água até conseguir que tudo fique bem homogênio mas com uma textura de leite condensado. Adicione os ingredientes aos poucos para não forçar seu liquidificador. Se achar que não ficou muito doce, adicione mais mel.

Decoração

Sinta se livre de decorar da forma que preferir, mandalas de frutas sempre ficam muito bonitas.

 

 

Melhor Suco verde de todos

sucoverde.jpg

Ingredientes

1 Manga palmer grande, 1/2 copo de água de coco, 2 folhas de couve e 2 colheres de sopa de maracujá, 1 colher de sopa de linhaça germinada

Forma de preparo

Liquidifique todos os ingredientes, se achar que ficou muito forte adicione mais manga e menos folhas verdes, se achar que ficou muito espesso adicione mais água de coco.

Trufas de chocolate Ecológicas

TXF5061.jpg

Ingredientes

Mesmos ingredientes da base da torta acima e a mesma forma de preparo. Porém adicione 1/2 copo de cacau em pó sem açúcar e 1/2 copo de alfarroba em pó se achar na sua cidade caso não encontre use somente o cacau. Você pode comprar pela internet.

Poderá adicionar também um pouco de manteiga de cacau ralada bem fininha (opcional) na massa antes de enrolar os docinhos.

Forma de preparo

Enrole as bolinhas e depois passe em um pouco de alfarroba para ficar com cara de trufa.

 

Nossos dados para indicar:

Daniel francisco de Assis
28/12/1977
Casado
Chef de Cozinha
danielf (arroba) comidaecologica.com.br

(32)8876-5581
Rua Treze de Maio 42 A 702
Centro -Barbacena – MG
36202-318

Clique neste botão para indicar nosso Chef Daniel

ao Programa da Ana Maria Braga

Você deverá ser cadastrado no site GLOBO.COM ou efetuar seu cadastro antes, eles irão pedir seus dados pessoais.

Após efetuar seu cadastro no site da Globo, preencha o formulário do programa Mais Você.

 

index_0022

 

 

 

​Read More