Suco PANC

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Usamos 4 panc neste suco,  assista ao vídeo abaixo e veja a receita no final deste post. 

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PANC é Resistência


Panc sendo levadas a um outro patamar!!! O melhor suco, nunca feito antes, a combinação que seu corpo pede, sua alma implora, hoje degustei o sabor da chuva na boca com memória de infância, hoje as panc foram colocadas onde merecem, simplicidade do glamour, vai pro mato, sai de casa, não precisa de gente, precisa de uma faca, um livro e mais nada. Nutrição, no mais alto nível. Disponível, gratuitamente, nos bosques, nos lotes abandonados, entre as miseráveis alfaces dos canteiros orgânicos. São geneticamente autênticas, são verdadeiras, são resistência. Mude sua mente a aceite a saúde divina. Pare de comprar potes, saúde não vem em cápsula. #pancecoerencia

Hibiscus sabdariffa

HibiscoHibiscus sabdariffa, é um gênero da família Malvaceae ou Mallow. No Irã, é tipicamente conhecido como "chá azedo"; nos países de língua inglesa, é chamado "Red Sorrel". Originalmente de Angola, agora é cultivada em regiões tropicais e subtropicais, especialmente no Sudão, Egito, Tailândia, México e China. Hibiscus sabdariffa, é um gênero da família Malvaceae ou Mallow. No Irã, é tipicamente conhecido como "chá azedo"; nos países de língua inglesa, é chamado "Red Sorrel". Originalmente de Angola, agora é cultivada em regiões tropicais e subtropicais, especialmente no Sudão, Egito, Tailândia, México e China. O nome genérico é derivado da palavra grega (hibiskos), que foi o nome Dioscorides (ca. 40-90) atribuído a Althaea officinalis ou Marshmallow. As espécies de hibisco são usadas para representar nações: o hibiscus syriacus é a flor nacional da Coréia do Sul e o hibiscus rosa-sinensis é a flor nacional da Malásia. O hibisco vermelho é a flor da deusa hindu Kali e aparece frequentemente em representações dela na arte de Bengala, muitas vezes com a deusa e a flor se fundindo em forma. O hibisco é usado como uma oferenda à deusa Kali e ao senhor Ganesha na adoração hindu.

Kalanchoe pinnata

A ação antiúlcera de uma planta muito utilizada popularmente é o objeto de tese de doutorado de Flávia Sobreira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Com a orientação da professora Elfriede Marianne Bacchi, Flávia estuda as propriedades da Kalanchoe pinnata.

Popularmente chamada de courama-vermelha ou folha da fortuna, a planta é nativa da África e se desenvolve em solos úmidos e climas quentes, bem adaptada ao Brasil. A Kalanchoe pinnata é utilizada pela população como remédio para tratamento de diversas doenças como infecções, inflamações e diarreia, nas formas de suco, chá e macerada. A pesquisadora pontua que já existe na literatura estudos que indicam que a planta não tem potencial tóxico e pode ser utilizada por humanos. Porém falta comprovação de suas atividades terapêuticas. “A população utiliza muito essas plantas, mas não tem muito embasamento científico. Utiliza pelo conhecimento tradicional”, conta a pesquisadora.

Flávia escolheu estudar a planta, desde o seu mestrado, avaliando se as atividades antiúlcera e cicatrizante existem e como isso ocorre. Além disso, ela explica que outro fator que motivou a estudar a planta é que a Kalanchoe pinnata é uma das 71 espécies que estão na lista de plantas medicinais de interesse para o SUS, a Renisus, por seu potencial terapêutico. “Realizamos a pesquisa para um dia se tornar um medicamento. A fase que realizamos é a pré-clínica, estudando a atividade em animais”, aponta.

No projeto de doutorado, as amostras da planta são cedidas pelo CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Unicamp e, através de processo de extração a frio, é produzido um extrato das folhas que concentra os princípios ativos da Kalanchoe pinnata. Em seguida, esse extrato é administrado a ratos de laboratório. “Os animais ficam em jejum, primeiramente administramos o extrato e depois administramos o indutor de úlceras, o etanol acidificado”, explica Flávia. “Esse experimento é para ver se há uma gastroproteção, ou seja, a proteção da mucosa gástrica”. Uma outra etapa é avaliar se a planta tem poder cicatrizante, para isso os pesquisadores fazem uma cirurgia nos animais e induzem a úlcera. No dia seguinte, iniciam tratamento com o extrato, por via oral, por sete dias.

Os resultados obtidos, após três anos de estudos, são promissores. Uma vez verificada a atividade antiúlcera, os mecanismos de ação o através dos quais isso ocorre estão sendo investigados. A pesquisadora aponta para a grande presença dos flavonoides como um possível fator relacionado com essa atividade.

A última etapa do estudo é testar a citotoxicidade do extrato, ou seja, testar se esse extrato é pode levar à morte das células. O método utiliza células isoladas de camundongos e evita que se utilize os animais nessa fase do estudo. fonte

ERVA-CIDREIRA-DE-ARBUSTO (Lippia alba )

A Lippia alba é usada para a elaboração de chá, principalmente pelos seus popularmente conhecidos efeitos calmante, analgésico e digestivo. Também é indicada como fitoterápico para ação expectorante, em casos de tosses causadas por gripes e resfriados, e utilizada para realização de compressas e banhos. Antiasmática, antidiarreica, antiespasmódica em cólicas hepáticas, sedante gastrointestinal e fortificante cerebral são algumas outras funções que possui.

É ainda destinada para combater afecções da pele e das mucosas, dores musculares e reumáticas, flatulências e laringite. A bebida feita com a infusão das folhas e flores frescas da Lippia alba, contudo, não deve ser ingerida por hipotensos.

como-plantar-lippia-alba-edicao-377-marco-2017 (Foto:  )

(Foto: R. Koenig/Blickwinkel/AGB Photo Library)

Pertencente à família Verbenaceae e nativa do sul do Texas (Estados Unidos), México, Caribe, América Central e América do Sul, a planta é encontrada na natureza às margens de rios e riachos e ao longo de costas litorâneas. Como os ramos se enraízam naturalmente ao tocar no solo, a taxa de propagação vegetativa é alta.

Tanto o crescimento inicial quanto a rebrota da Lippia alba são acelerados. O primeiro corte dos ramos está liberado aos seis meses de vida, ou quando estiverem com 1 metro de altura. O corte, no entanto, deve ser realizado a 20 centímetros do nível do solo. As próximas colheitas podem ser feitas a cada quatro meses durante o ano inteiro. A partir de uma moita, é possível obter cerca de 50 estacas.

Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata)

Quem é de Minas Gerais, há muito tempo conhece a planta ora-pro-nóbis. É comum ver na região mineira esta planta nos quintais das casas e nas cercas vivas de sítios e chácaras, além de ser típico da região utilizá-la como alimento em casas e restaurantes. Em Minas, essa planta é conhecida como “bife de pobre” por ser um alimento barato ou de graça, nutritivo, proteico e acessível.

Várias pessoas ainda não a conhecem e neste conteúdo serão passadas informações importantes sobre os atributos desta planta e suas propriedades nutricionais, pois é rica em proteínas e aminoácidos.

As folhas da planta ora-pro-nóbis são uma boa alternativa alimentar, por sua rica constituição nutricional, para quem pratica o veganismo.

Para conhecerem melhor esta planta, serão compartilhados os seguintes tópicos neste conteúdo. fonte

Esta planta pode conter alto de teor de ácido oxálico, algumas espécies podem ser usadas em suco e outras não.

Se não tem certeza use em sucos coados.

O ácido oxálico não é tóxico, exceto para pessoas com problemas renais graves. Neste caso evite. Mas para todas as outras pessoas, o processo de liquidificar e coar já destroi os cristais de ac. oxálico.

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Receita

1 limão espremido

1 folha de brócolis

3 folhas de ora-pro-nobis (Pereskia aculeata)

2 flores de hibiscus (hibiscus sabdariffa)

6 folhas de hibiscus (hibiscus sabdariffa)

1 copo de acerola

2 pêras

1 ramo de folha da fortuna (Kalanchoe sp)

3 folhas de cidreira (Lippia alba)

Procedimento

Bater tudo com água e gelo, coar no final


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Quem organiza este Blog?

Daniel Francisco de Assis

Engenheiro Ambiental pela PUC-Rio Chef de Cozinha Viva Vegana Detox Coordenador do Projeto Comida Ecológica Presidente do Instituto Ecológico Autor do Livro Suco Vivo Estudante da Alimentação Viva a mais de 15 anos, já trabalhou nos mais renomados centros de Detox e SPAs da Europa. Já administrou programas detox na Espanha, Inglaterra, Bahamas, Emirados Árabes, EUA e em quase todos os estados do Brasil.


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