Ingredientes da Amazônia

Receita: (veja o vídeo acima para entender os ingredientes)

1 copo de farinha de Uarini hidratada com sal e pimenta a gosto. Se não gosta de pimenta use uma pitada de canela. A farinha pode ser substituída por cous-cous de trigo.

1 colher de pesto de vinagreira (receita abaixo).

3 colheres de sopa de azeite.

1 colher de sopa de folhas de Jambu cortadas bem fininhas ou pode usar hortelã.

Sachimi de Abil (deixe marinar, fatias finas de Abil com sal, limão e alho.) Pode usar lichia.

1 pitada de Cogumelo dos Yanomamis em pó para decorar, mas pode usar castanha triturada.

1 pepino vermelho para decorar, mas pode usar pepino japonês cortado em tiras bem finas.

Sal a gosto.

Pesto de Vinagreira

1/2 copo de folhas de vinagreira, mas pode ser manjericão.

1 colher de chá de Sal.

3 colheres de sopa de suco de Limão.

5 colheres de sopa de azeite.

1/2 Cebola pequena cortada.

Refogue com azeite, até amolecer as folhas.

Bater no liquidificador e guardar na geladeira. Consumir em 1 mês.

ABIU AMARELO

Nome popular: Abieiro.

Nome científico: Lucuma, ou ainda, Achras caimito, Guapeba caimito, Latatia caimito, Lucuma caimito, Lucuma ternata.

Família botânica: Sapotáceas.

Origem: Região Amazônica.

Farinha Uarini

Esta farinha é feita de mandioca, um processo próprio, patenteado oriundo da região Uarini na Amazônia.

Ela também é chama da de Ova ou Ovinha, pois lembra ovas de peixe.

O que é farinha de Uarini?

Uarini é um município brasileiro do interior do estado do AmazonasRegião Norte do país. Faz parte da Mesorregião do Centro Amazonense e da Microrregião de Tefé. Sua população, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 13 276 habitantes em 2016.

Ova e ovinha. Depende do tamanho das bolinhas. A mandioca amarela é deixada na água até amolecer, apodrecer, virar puba. É com esta mandioca espremida e passada em peneira que se faz a farinha d´água, que deve ser seca no tacho até os grãos ficarem bem secos. Em Manaus encontrei-as no Mercado assim, redondinhas, conhecidas como farinha de Uarini (o município onde são feitas – a maior parte delas, pelo que sei). Recebem apelido de ova ou ovinha pois depois de hidratadas se parecem mesmo com ovas de peixe. Inspirada nisto, já tentei hidratá-la com tinta de lula e temperar com azeite de anchovas, mas ainda não acertei o ponto. E como me fizeram lembrar cuscuz marroquino, tentei preparar como se fazem os tipos instantâneos – hidratando com líquido quente. E gostei do resultado. É usando o método de hidratação também que se fazem as farofas úmidas do Norte. Os grãos são muito duros e embora os nativos comam aos punhados acompanhando tudo o que é comida, como o pão para os europeus, não é pitéu pra qualquer dente. Aliás, o certo é colocar na boca e deixar hidratar um pouco com a saliva e só então mastigar.

fonte

Vinagreira

A Vinagreira é uma planta medicinal, também conhecida como Agrião-de-guiné, Azedinha, Cururu-da-guiné, Graxa-de-estudante, Groselheira, Hibisco ou Papoula, muito utilizada para tratar a febre e espasmos.

O seu nome científico é Hibiscus sabdariffa e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e algumas feiras livres.

Fonte

Matéria sobre Vinagreira no Estadão, clique aqui.



Registro

gráfico

do 1º Encontro Gastronômico de Manaus e receitas

Daniel Francisco de Assis

Daniel Francisco de Assis

Engenheiro Ambiental pela PUC-Rio Chef de Cozinha Viva Vegana Detox Coordenador do Projeto Comida Ecológica Presidente do Instituto Ecológico Autor do Livro Suco Vivo Estudante da Alimentação Viva a mais de 15 anos, já trabalhou nos mais renomados centros de Detox e SPAs da Europa. Já administrou programas detox na Espanha, Inglaterra, Bahamas, Emirados Árabes, EUA e em quase todos os estados do Brasil.

  • Avatar Ivan Toledo de Sousa disse:

    Adorei ver abiu. Tinha no sítio que morei até meus quinze anos. Amo essa fruta.

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