Novidades Ecológicas, sistema imunologico

Como começar o dia

No nosso programa Imunidade Verde, abordamos a importância de parar de atacar seu organismo com corantes, pesticidas, hormônios sintéticos, colorantes, conservantes, espessantes, etc....

O mais importante é dar paz ao seu corpo para ele poder atacar os invasores quando for necessário, mas se atacamos nosso corpo o tempo todo e ocupamos nosso sistema imunológico com moléculas invasoras normalmente encontradas em alimentos industrializados, nosso sistema de defesa vai estar ocupado e assim não poderá nos defende em sua plena capacidade. 

Com a mente é a mesma coisa, se ocupamos ela com, medo, ódio, raiva, inveja, não temos tempo de liberar no espírito para coisas boas, pensamentos bons, sentimento de gratidão. 

Para um sistema imunológico eficaz precisamos trabalhar nossa mente o tempo para focar em coisas boas, energias que irão trazer mais coisas boas, mais motivos para agradecer.

Ambos são 100% gratuitos

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Suco PANC

Usamos 4 panc neste suco,  assista ao vídeo abaixo e veja a receita no final deste post. 

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PANC é Resistência


Panc sendo levadas a um outro patamar!!! O melhor suco, nunca feito antes, a combinação que seu corpo pede, sua alma implora, hoje degustei o sabor da chuva na boca com memória de infância, hoje as panc foram colocadas onde merecem, simplicidade do glamour, vai pro mato, sai de casa, não precisa de gente, precisa de uma faca, um livro e mais nada. Nutrição, no mais alto nível. Disponível, gratuitamente, nos bosques, nos lotes abandonados, entre as miseráveis alfaces dos canteiros orgânicos. São geneticamente autênticas, são verdadeiras, são resistência. Mude sua mente a aceite a saúde divina. Pare de comprar potes, saúde não vem em cápsula. #pancecoerencia

Hibiscus sabdariffa

HibiscoHibiscus sabdariffa, é um gênero da família Malvaceae ou Mallow. No Irã, é tipicamente conhecido como "chá azedo"; nos países de língua inglesa, é chamado "Red Sorrel". Originalmente de Angola, agora é cultivada em regiões tropicais e subtropicais, especialmente no Sudão, Egito, Tailândia, México e China. Hibiscus sabdariffa, é um gênero da família Malvaceae ou Mallow. No Irã, é tipicamente conhecido como "chá azedo"; nos países de língua inglesa, é chamado "Red Sorrel". Originalmente de Angola, agora é cultivada em regiões tropicais e subtropicais, especialmente no Sudão, Egito, Tailândia, México e China. O nome genérico é derivado da palavra grega (hibiskos), que foi o nome Dioscorides (ca. 40-90) atribuído a Althaea officinalis ou Marshmallow. As espécies de hibisco são usadas para representar nações: o hibiscus syriacus é a flor nacional da Coréia do Sul e o hibiscus rosa-sinensis é a flor nacional da Malásia. O hibisco vermelho é a flor da deusa hindu Kali e aparece frequentemente em representações dela na arte de Bengala, muitas vezes com a deusa e a flor se fundindo em forma. O hibisco é usado como uma oferenda à deusa Kali e ao senhor Ganesha na adoração hindu.

Kalanchoe pinnata

A ação antiúlcera de uma planta muito utilizada popularmente é o objeto de tese de doutorado de Flávia Sobreira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Com a orientação da professora Elfriede Marianne Bacchi, Flávia estuda as propriedades da Kalanchoe pinnata.

Popularmente chamada de courama-vermelha ou folha da fortuna, a planta é nativa da África e se desenvolve em solos úmidos e climas quentes, bem adaptada ao Brasil. A Kalanchoe pinnata é utilizada pela população como remédio para tratamento de diversas doenças como infecções, inflamações e diarreia, nas formas de suco, chá e macerada. A pesquisadora pontua que já existe na literatura estudos que indicam que a planta não tem potencial tóxico e pode ser utilizada por humanos. Porém falta comprovação de suas atividades terapêuticas. “A população utiliza muito essas plantas, mas não tem muito embasamento científico. Utiliza pelo conhecimento tradicional”, conta a pesquisadora.

Flávia escolheu estudar a planta, desde o seu mestrado, avaliando se as atividades antiúlcera e cicatrizante existem e como isso ocorre. Além disso, ela explica que outro fator que motivou a estudar a planta é que a Kalanchoe pinnata é uma das 71 espécies que estão na lista de plantas medicinais de interesse para o SUS, a Renisus, por seu potencial terapêutico. “Realizamos a pesquisa para um dia se tornar um medicamento. A fase que realizamos é a pré-clínica, estudando a atividade em animais”, aponta.

No projeto de doutorado, as amostras da planta são cedidas pelo CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Unicamp e, através de processo de extração a frio, é produzido um extrato das folhas que concentra os princípios ativos da Kalanchoe pinnata. Em seguida, esse extrato é administrado a ratos de laboratório. “Os animais ficam em jejum, primeiramente administramos o extrato e depois administramos o indutor de úlceras, o etanol acidificado”, explica Flávia. “Esse experimento é para ver se há uma gastroproteção, ou seja, a proteção da mucosa gástrica”. Uma outra etapa é avaliar se a planta tem poder cicatrizante, para isso os pesquisadores fazem uma cirurgia nos animais e induzem a úlcera. No dia seguinte, iniciam tratamento com o extrato, por via oral, por sete dias.

Os resultados obtidos, após três anos de estudos, são promissores. Uma vez verificada a atividade antiúlcera, os mecanismos de ação o através dos quais isso ocorre estão sendo investigados. A pesquisadora aponta para a grande presença dos flavonoides como um possível fator relacionado com essa atividade.

A última etapa do estudo é testar a citotoxicidade do extrato, ou seja, testar se esse extrato é pode levar à morte das células. O método utiliza células isoladas de camundongos e evita que se utilize os animais nessa fase do estudo. fonte

ERVA-CIDREIRA-DE-ARBUSTO (Lippia alba )

A Lippia alba é usada para a elaboração de chá, principalmente pelos seus popularmente conhecidos efeitos calmante, analgésico e digestivo. Também é indicada como fitoterápico para ação expectorante, em casos de tosses causadas por gripes e resfriados, e utilizada para realização de compressas e banhos. Antiasmática, antidiarreica, antiespasmódica em cólicas hepáticas, sedante gastrointestinal e fortificante cerebral são algumas outras funções que possui.

É ainda destinada para combater afecções da pele e das mucosas, dores musculares e reumáticas, flatulências e laringite. A bebida feita com a infusão das folhas e flores frescas da Lippia alba, contudo, não deve ser ingerida por hipotensos.

como-plantar-lippia-alba-edicao-377-marco-2017 (Foto:  )

(Foto: R. Koenig/Blickwinkel/AGB Photo Library)

Pertencente à família Verbenaceae e nativa do sul do Texas (Estados Unidos), México, Caribe, América Central e América do Sul, a planta é encontrada na natureza às margens de rios e riachos e ao longo de costas litorâneas. Como os ramos se enraízam naturalmente ao tocar no solo, a taxa de propagação vegetativa é alta.

Tanto o crescimento inicial quanto a rebrota da Lippia alba são acelerados. O primeiro corte dos ramos está liberado aos seis meses de vida, ou quando estiverem com 1 metro de altura. O corte, no entanto, deve ser realizado a 20 centímetros do nível do solo. As próximas colheitas podem ser feitas a cada quatro meses durante o ano inteiro. A partir de uma moita, é possível obter cerca de 50 estacas.

Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata)

Quem é de Minas Gerais, há muito tempo conhece a planta ora-pro-nóbis. É comum ver na região mineira esta planta nos quintais das casas e nas cercas vivas de sítios e chácaras, além de ser típico da região utilizá-la como alimento em casas e restaurantes. Em Minas, essa planta é conhecida como “bife de pobre” por ser um alimento barato ou de graça, nutritivo, proteico e acessível.

Várias pessoas ainda não a conhecem e neste conteúdo serão passadas informações importantes sobre os atributos desta planta e suas propriedades nutricionais, pois é rica em proteínas e aminoácidos.

As folhas da planta ora-pro-nóbis são uma boa alternativa alimentar, por sua rica constituição nutricional, para quem pratica o veganismo.

Para conhecerem melhor esta planta, serão compartilhados os seguintes tópicos neste conteúdo. fonte

Esta planta pode conter alto de teor de ácido oxálico, algumas espécies podem ser usadas em suco e outras não.

Se não tem certeza use em sucos coados.

O ácido oxálico não é tóxico, exceto para pessoas com problemas renais graves. Neste caso evite. Mas para todas as outras pessoas, o processo de liquidificar e coar já destroi os cristais de ac. oxálico.

Assista a todas as vídeo aulas do nosso novo programa:

Imunidade Verde


Receita

1 limão espremido

1 folha de brócolis

3 folhas de ora-pro-nobis (Pereskia aculeata)

2 flores de hibiscus (hibiscus sabdariffa)

6 folhas de hibiscus (hibiscus sabdariffa)

1 copo de acerola

2 pêras

1 ramo de folha da fortuna (Kalanchoe sp)

3 folhas de cidreira (Lippia alba)

Procedimento

Bater tudo com água e gelo, coar no final


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Master Class em Leite Vegetal

Você realmente acredita que a vaca é feliz como mostram as  propagandas da indústria do leite? Quem sabe depois que você parar de tomar o leite dela ela ficará feliz de fato.

Utilizamos a semente de Cânhamo no vídeo acima apenas como semente sem a propriedade  

THC.Esta é uma espécie usada apenas para fins alimentícios.

Errata: Falei no vídeo que eram 75% das amostras que estavam adulteradas, porém na verdade são 50%.

Gostaria de deixar bem claro que o leite é um alimento bastante complexo; abordar sobre este tema não é fácil. Muitas questões envolvem o consumo de leite.

Questões éticas: O consumo do leite envolve muito sofrimento em algumas fazendas leiteiras; máquinas são usadas na ordenha  e  acarretam danos como a produção de secreções bacterianas que acabam indo parar no leite. O bezerro é retirado de sua mãe para o"ser" humano consumir o alimento de outro animal.

Questões nutricionais: Existem duas formas de se olhar o leite ;Uma como sendo um alimento barato e denominado  completo por muitos nutricionistas que se apoiam na idéia do fator  cálcio e a outra análise seria mais profunda onde as consequências do seu consumo são levadas em consideração.Não é por que um alimento tem muito cálcio que ele é realmente bom.

Nutricionalmente falando, o leite não tem comprovação que  faz mal se consumido em pequenas quantidades ,assim como o consumo de bebida alcoólica. Existem diversos estudos que deixam bem claro que mais de 1 copo de leite por dia está associado há várias doenças.

Acho que o leite deveria ser qualificado como uma cerveja, deveria estar bem claro que  o seu consumo deve ser muito moderado. O  grande problema é que ele é comercializado  como sendo  super saudável.

O outro lado: É verdade que no Brasil ainda temos pequenos agricultores que tem uma relação incrível de respeito com seus animais e que não usam a ordenha mecânica, tornando o processo menos cruel. Mas quando o caminhão vai passando e coletando nas fazendas, estes leites que foram ordenhados às 5 da manhã com todo amor  se misturam ao  leite do vizinho que explora os animais de uma forma extremante cruel.

 Mesmo que o leite seja importante para você, eu não tenho coragem de recomendar pequenos agricultores que entregam de casa em casa, como ainda se encontra nas cidades do interior, pois aqui o problema passa a ser outro. De uma forma ou de outra por mais que existam agricultores que respeitam os animais, eles se perdem na cruel indústria do leite de vaquinhas felizes de desenhos animados das industrias leiteiras.

Nos EUA existem empresas certificadoras que tentam separar o joio do trigo para oferecer aos consumidores algo de "melhor qualidade". Hoje no Brasil a indústria dos ovos já separam quem produz galinhas presas de galinhas "soltas", mas no final ainda é muito cruel o processo. Acho super válido consumidores buscarem comprar aquilo que eles acham mais correto e menos cruel é um processo válido que pode levar a um estado de consciência maior.

Questões práticas: O leite de hoje não é mais o leite dos nossos antepassados. Na prática ele é adulterado de forma inescrupulosa para evitar perdas financeiras por partes dos pequenos agricultores, sufocados pelas grandes indústrias de laticínios. Veja esta matéria:

Matéria G1

"Segundo os pesquisadores, a idéia de criar o equipamento surgiu após a verificação de que 50% dos produtos testados apresentavam adulterações, porém, o diagnóstico ficava comprometido, já que as análises feitas através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) demoravam até um mês para ficarem prontas, e o produto acabava indo para o mercado, mesmo irregular.

Ele ainda detecta caso de fraudes mais elaboradas como a presença de sal, soda cáustica, açúcar, formol ou outros produtos. O instrumento diz que o leite está alterado e aponta o grau de acidez, que costuma ficar bem mais elevado."  fonte

Estudos científicos são controversos, eles dizem que faz mal em grande quantidades, mas estas quantidades não são precisas. Outros estudos dizem que eles contém contaminantes mas estão abaixo do permitido, mas quem delimita qual quantidade faz mal?  

Resíduos de antibióticos no leite, fonte

Resíduos veterinários no leite, fonte (o mais engraçado deste estudo é dizer que o leite está com vários resíduos químicos, mas tudo abaixo dos "limites permitidos por lei".)

A relação com câncer e o consumo de leite é bastante complexa; alguns estudos apontam um aumento em alguns tipos de câncer e diminuição de outros. fonte Já o câncer no endométrio parece existir uma relação mais forte, onde consumo de leite, mesmo em pequenas quantidades ,tende a agravar este tipo de câncer. fonte

Estudos deixam claro que o consumo de gordura do leite e derivados em grande quantidade faz mal. fonte

Questões históricas: O leite fez parte da história da humanidade e ainda faz parte em áreas remotas e em várias comunidades carentes deste planeta. Para a população urbana vítima da indústria alimentícia e o descaso dos nossos governantes,( em relação aos órgãos reguladores)o consumo de leite animal perdeu todo o sentido ,porque existem opções  de leites vegetais muito mais interessantes. 

Questões espirituais: Se faz sentido para você beber o leite que era para ser de outro animal, mesmo que  este (bezerro)tenha sido afastado de sua mãe para saciar sua fome, continue consumindo. Quando isso deixar de fazer sentido, pare de consumir.

Considerações finais:

Comprovações científicas:

O leite magro pelos os estudos apresenta-se menos danoso que o leite integral, sendo assim, o consumo de manteiga e queijos gordurosos deveria ser rotulado como os estudos mostram, um alimento que gera danos.

Onde está o problema:

Se fosse possível avaliar o leite como um alimento puro sem as loucuras da pecuária , da indústria dos alimentos,  da corrupção humana, da ausência de fiscalização, mesmo que o leite fosse o melhor alimento do mundo, ele é do bezerro. Não é nosso podemos viver sem ele, então porque ainda usamos?

O descaso, sucateamento, emparelhamento político, desvalorização, corte de orçamento nos últimos anos dos órgãos , reguladores, fiscalizadores,  centro de pesquisa e universidades geram por si só, uma insegurança no consumo de produtos de origem animal. 

Mentira da industria:

Realmente será que a vaquinha esta tão feliz assim como mostra na publicidade? Será que escolher um leite de vacas que são ordenhadas ao som de músicas clássicas será a solução? Tudo isso para quem? Se o leite vegetal é melhor, mais barato, menos impactante ao meio ambiente (descarte das embalagens altamente poluidoras), mais coerente e mais nutritivo, porque não pensar em consumí-lo.

Praticidade:

Um leite vegetal leva um pouco mais de tempo para ficar pronto  do que abrir um pacote de leite mas ele  é muito mais saboroso,  causa menos impacto ambiental. Mesmo se o leite não causasse nenhum problema de saúde, apenas por estes motivos, já seria mais interessante consumir mais leite de sementes e castanhas.

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Artigos para baixar

Artigo 1

Infelizmente a industria dos artigos científicos não libera os estudos para a população, mas temos aqui alguns artigos bem interessantes:

Associação do consumo de leite com câncer de próstata:

Aune D, Rosenblatt DAN, Chan DSM, et al. Dairy products, calcium, and prostate cancer risk: a systematic review and meta-analysis of cohort studies. Am J Clin Nutr. 2015;101:87-117.  

Song Y, Chavarro JE, Cao Y, et al. Whole milk intake is associated with prostate cancer-specific mortality among U.S. male physicians. J Nutr. 2013;143:189-196.

Mais referencias:
1 Katherine Wagner et al., “Effects of mother versus artificial rearing during the first 12 weeks of life on challenge responses of dairy cows,” Applied Animal Behaviour Science, 164(2015): 1-11.
2 Bovine Alliance on Management and Nutrition, “A Guide to Calf Milk Replacers,” U.S. Department of Agriculture,  2008.
3 Jeff Stevenson, “Heifers Are Still Too Old When They Calve,” Hoard’s Dairyman 15 Mar. 2011.
4 Holly Kays, “Osborne Farms Closes: Embattled Dairy Sells Off Livestock,” Smoky Mountain News 24 Sept. 2014.
5Rights Group Accuses Dairy Farmers of Animal Cruelty _ Again,” Associated Press 28 Jun. 2019.
6 T. Dewey and J. Ng, “Bos taurus,” Animal Diversity Web 200, accessed 23 Dec. 2018.
7 Anne Karpf, “Cow longevity economics: The cost benefit of keeping the cow in the herd.” Paper presented at the Cow Longevity Conference, Hamra, Sweden, August 2013.
8U.S. Department of Agriculture, National Agriculture Statistics Service, “Cattle,” 20 Jul. 2018.
9Marin Bozic, “An Econometric Analysis of U.S. Milk Production: A Herd Dynamics Model,” University of Trento, Jan. 2009.
10 U.S. Department of Agriculture, National Agriculture Statistics Service, “Milk Production, Disposition, and Income 2017 Summary,” Apr. 2018.
11 Don P. Blaney, “The Changing Landscape of U.S. Milk Production,” Statistical Bulletin Number 978, U.S. Department of Agriculture, Jun. 2002.
12 U.S. Department of Agriculture.
13 Dr. Steven Blezinger, “Proper Protein Feeding Important to Herd Health,” Cattle Today  Feb. 2008.
14 Helen Pearson, “Udder Suicide, E. Coli Kill Off Milk-Making Mammary Cells,” Nature 6 Aug. 2001.
15 S.P. Oliver, “How Milk Quality is Assessed,” Extension.org, 21 Dec. 2010.
16Ibid.
17 Richard L. Wallace, “Trouble Shooting Troublesome Somatic Cell Counts,” Illinois Livestock Trail, 15 Nov. 2000.
18 S. Waage et al., “Identification of Risk Factors for Clinical Mastitis in Dairy Heifers,” Journal of Dairy Science 81 (1998): 1275-84.
19 Morten Dam Rasmussen et al., “The Impact of Automatic Milking on Udder Health,” Proceedings of the Second International Symposium on Mastitis and Milk Quality (Vancouver: 2001).
20 Karima Galal Abdel hameed, “Genetic basis of mastitis resistance in dairy cattle – a review,” Annals of Animal Science, 4(2013): 663.
21 Susan C. Kahler, “Raising Contented Cattle Makes Welfare, Production Sense,” Journal of the American Veterinary Medical Association 218 (2001): 182-6.
22 U.S. Department of Agriculture, Food Safety and Inspection Service, “Safety of Veal, From Farm to Table,” 6 Aug. 2013.
23 “Questions,” American Veal Association, 2016.
24 American Veterinary Medical Association, “Literature Review on the Welfare Implications of the Veal Calf Husbandry,” 13 Oct. 2008.
25Jackie Want et al., “Farm Communities Face Contaminated Water from Manure, Nitrates, Records Reveal,” The Oregonian, 17 Aug. 2017.
26 California Department of Food and Agriculture, “California Dairy Statistics Annual, 2017 Data,” 11 Aug. 2009.
27 John Burnett, “New Mexico Dairy Pollution Sparks ‘Manure War’,” National Public Radio, 8 Dec. 2009.
28 M. Jenkins and D.D. Bowman, “Viability of Pathogens in the Environment,” Pathogens in the Environment Workshop Proceedings (Kansas City, Mo.: 23-25 Feb. 2004).
29United States Environmental Protection Agency,”Nonpoint Source: Agriculture,” 18 Aug. 2017.
30 James Owen, “California Cows Fail Latest Emissions Test,” National Geographic News 16 Aug. 2005.
31 Daniel P. Bigelow and Allison Borchers et al., “Major Uses of Land in the United States, 2012,” Economic Information Bulletin No. (EIB-178), U.S. Department of Agriculture, 14 Aug. 2017.
32Craig Thomas, “Drinking Water for Dairy Cattle, Part 1,” Michigan State University Extension, 5 Apr. 2011.
33 Kris Ringwall, “BeefTalk: 2 Pounds of Average Daily Gain Equals Grass Beef,” Drovers, 8 Jun. 2012.
34Miriam Matti, “Allergy to Peanut, Milk and Shellfish the Most Common in American Kids,” Allergic Living, 21 Nov. 2018.
35 National Digestive Diseases Information Clearinghouse, “Lactose Intolerance,” National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases, May 2014.
36Lactose Intolerance: Information for Health Care Providers,” NIH Publication No. (05-5305B), U.S. Department of Agriculture,
Jan. 2006.
37 Severin Carrell, “Milk Causes ‘Serious Illness for 7M Britons.’ Scientists Say Undetected Lactose Intolerance Is to Blame for Chronic Fatigue, Arthritis, and Bowel Problems,” The Independent 22 June 2003.
38International Osteoporosis Foundation,”Calcium Map,” 2017.
39 Rajasree Vijayakumar and Dietrich Busselberg, “Osteoporosis: An under-recognized public health problem,” Journal of Local and Global Health Science, 24 Jan. 2016.
<sup40 D. Feskanich et al., “Milk, Dietary Calcium, and Bone Fractures in Women: A 12-Year Prospective Study,”American Journal of Public Health 87(1997): 992-97.
41 Anne Karpf, “Dairy Monsters,” The Guardian, 12 Dec. 2003.
42 U.S. National Library of Medicine, “Kwashiorkor,” Medline Plus Medical Encyclopedia, 6 Dec. 2018.

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Especiarias para um bom sistema imunológico
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Como preparar temperos incríveis em casa

Passos:

1º - Escolha 4 a 8 tipos de temperos da sua preferência

2º - Bata no liquidificador ou moedor de grãos

3º - Separe as fibras do tempero com uma peneira

4º- Armazene na geladeira

Usei para fazer a foto acima:

PIXURI - Licaria puchury-major
CURCUMA - Curcuma longa
ALECRIM - Salvia rosmarinus
ZIMBRO - Juniperus communis L
PIMENTA DE MACACO - Xylopia aromatica
PIMEMTA ROSA - schinus molle
MACIS - Myristica fragrans
MOSTARDA - Sinapis alba
GALANGAL - Kaempferia galanga
CRAVO - Syzygium aromaticus

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Por que o Yoga?

Este material faz parte do Programa Imunidade Verde, para conhecer, clique aqui.

YOGA

Acreditamos que a imunidade tenha 5 pilares mais importantes:

1º Pilar - Variedade Alimentar

2º Pilar - Alimentos Frescos

3º Pilar - Qualidade no sono

4º Pilar - Atividade física

Yoga não pode ser considerada uma prática esportiva ou uma atividade física, ela é uma filosofia de vida, assim como Budismo, Veganismo entre outras.

Yoga não pode ser considerada uma prática esportiva ou uma atividade física, ela é uma filosofia de vida, assim como Budismo, Veganismo entre outras.

Significado de Filosofia de vida

Filosofia de vida é a expressão que serve para descrever um conjunto de ideias ou atitudes que fazem parte da vida de um indivíduo ou grupo.

A filosofia de vida também pode ser definida por uma conduta que rege a forma de viver de uma pessoa. Muitas vezes essas normas são marcadas por uma religião, como por exemplo: filosofia de vida budistafilosofia de vida cristã, etc.

Este texto do Portal Namu, descreve perfeitamente o é o yoga:

A yoga é um conjunto de conhecimentos e exercícios que existe há 5 mil anos e que trabalha o corpo e a mente. Ao unir​ técnicas de respiração, posturas e exercícios de interiorização, vindos da meditação, a prática é uma arte que traz saúde, paz interior e bem-estar. São muitos os motivos que fazem com que a yoga tenha sobrevivido tanto tempo e continue conquistando adeptos em todo o mundo. Um deles é a multiplicidade de benefícios que os praticantes podem alcançar. Entre os vários proveitos que a prática pode ter, hoje vamos falar um pouco mais sobre como funciona o uso da yoga para aumentar a produtividade. Acompanhe!

1. Controle da respiração

Um dos pilares da yoga é a atenção à respiração. Ela é fundamental para equilibrar as emoções, oxigenar o corpo e acalmar a mente. Quando estamos mais calmos e tranquilos, o corpo consegue relaxar e descansar, o que é fundamental na hora de fazer tarefas exigidas no dia a dia profissional. Quando o trabalho sobrecarrega, o que pode acontecer com frequência, técnicas de respiração de yoga podem ajudar a aliviar um pouco do estresse. Com isso, é mais fácil voltar a produzir com entusiasmo e dedicação.

2. Diminuição da ansiedade

Em uma rotina cansativa e acelerada, estamos sempre pensando no que ainda precisamos fazer, no que acontecerá no dia de amanhã, em todas as tarefas que ainda não foram feitas e muito mais. Ou seja, estamos sempre pensando em tudo, menos no dia de hoje. Com a prática de yoga, você aprende a se concentrar mais no momento presente, naquilo que está fazendo em um determinado momento. Esse aprendizado é essencial para diminuir a ansiedade e conseguir se dedicar mais ao trabalho.

3. Mais foco e concentração

Outro pilar que permite o uso da yoga para aumentar a produtividade é a meditação. É o momento de relaxar o corpo e trabalhar a mente com calma, equilíbrio e foco no presente. Com isso, é como se a meditação protegesse a mente dos danos causados pela rotina frenética e estreses diários. Combinando a meditação com as técnicas de respiração, é possível perceber, em pouco tempo, melhoras na concentração e no foco. Com a mente mais calma, é mais fácil se concentrar em uma única tarefa e fazê-la bem. Assim, é possível alcançar um ritmo eficiente de produtividade por mais tempo e com menos esforço.

4. Melhora da qualidade do sono

Muita gente não sabe, mas a yoga é um exercício que exige bastante esforço do corpo. Além de aumentar a flexibilidade, a atividade também trabalha vários músculos e melhora a resistência física. Isso significa que o corpo irá gastar muita energia, o que facilitará uma boa noite de sono. Mesmo com o cansaço típico de uma atividade física, o treino de yoga promove um relaxamento generalizado. Isso, porque os exercícios são feitos respeitando os limites de cada um, o que faz com que o corpo trabalhe sem exigir mais do que é capaz de realizar. A sensação de tranquilidade permanece por muito tempo e, com o corpo relaxado e o cérebro mais equilibrado, é fácil perceber uma melhora significativa na qualidade do sono. Noites bem dormidas e reparadoras fazem toda a diferença no dia a dia, de modo que, com elas, é muito mais fácil manter a produtividade. Por todos esses motivos, cada vez mais pessoas estão aderindo a yoga para aumentar a produtividade. Com pouco tempo de prática, já é possível perceber os resultados, tanto no corpo quanto na mente. Para ter uma rotina ainda mais saudável e relaxada.

O Yoga também pode ser e deve ser uma prática para fortalecimento muscular, tudo vai depender da intensidade do como você conduz suas práticas, uma grande vantagem em relação a outras atividades como musculação e lutas é o fato de trabalhar a elasticidade. 

Queremos motivar você a provar o yoga por 15 dias como efeito de teste, mas antes escolha qual a formatação e estilo, para que lhe atenda, pois existem muitas formas de praticar.

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Carne ou Vegetais, qual é melhor para imunidade?

Vegetais tem muito mais anti-oxidantes do  que os produtos de origem animal. Os produtos de origem animal tem vitamina E, D, B12 e ômega 3 que irão exercer de forma indireta uma ação protetora anti-inflamatória em nosso organismo, digo indiretamente porque ao mesmo tempo que carnes, ovos e leites são fontes de alguns anti-oxidantes, eles contém muitas outras substâncias nocivas. Porém no reino vegetal tem muito mais fito-quimícos com ação direta anti-oxidante e que são extremamente poderosos.

Estudos mostram que os produtos de origem animal e principalmente peixes, são bio acumuladores de metais pesados ;como mercúrio e outros metais, uma vez que os rios como os da bacia do Amazonas estão contaminados por resíduos de garimpo. Salmão de cativeiro são expostos a antibióticos para solucionar problemas de saúde por viverem em ambientes confinados e por outro lado a   BBC escreveu um artigo amenizando todos estas questões impactantes dando a impressão de se tratar de um artigo patrocinado de tão perfeita que é esta maneira de se criar peixes. A grande questão esta na falta de fiscalização e  uso irresponsável de produtos nocivos. 

Seria tão lindo se isso fosse verdade:

O especialista da Embrapa acrescenta: "Todo produto de origem animal que entra no país passa por um rigoroso controle e fiscalização. Não é permitido entrar em território nacional nenhum produto importado que traga algum risco à saúde humana."

Fica a pergunta, como entra e sai toneladas de drogas sem controle da polícia federal? Fiscais são comprados, laudos são falsificados, isso é uma triste realidade. Consumir produtos de origem vegetal com uso e abuso de agroquímicos já é um problema, o pior é que animais são bioacumuladores de toxinas. Sendo assim, comer vegetais ainda é mais seguro  do que comer produtos de origem animal.

Claro que existem excessões e cabe a você buscar  selecionar de quem compra, onde compra. Não estamos condenandos ao consumo de origem animal pelos fatores nutricionais, porém em épocas onde o foco é fortalecer sua dieta, evitar contaminações seria o ideal.

Não vamos abordar questões éticas que envolvem a produção comercial de animais.

Um cuidado super importante em uma dieta completamente vegetariana, seria  o baixo consumo de aminoácidos, sendo assim, é de extrema importância o consumo de suplementação protéica ou um acompanhamento nutricional individualizado, uma vez que uma dieta pouco protéica não é favorável para um sistema imunológico forte.

A ciência hoje é passível de publicações parciais, artigos que apenas olham alguns pontos da questão e assumem uma postura informativa seletiva, deixando a desejar no cumprimento do seu papel de avaliar as questões de uma forma mais profunda e ampla. Artigos como este, deixam quase que implícito que os peixes de cativeiro chegam a  ser até melhores do  que os  peixes selvagens.

Porém vamos listar diversos artigos que deixam bem claro o risco do consumo de peixes, carnes e produtos de origem animal,;principalmente pela ausência de anti-oxidantes. 



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