Alga marinha Nori ajuda a melhorar nível de B12 em ratos
Feeding dried purple laver (nori) to vitamin B12-deficient rats significantly improves vitamin B12 status
Shigeo Takenaka1*, Sumi Sugiyama1, Shuhei Ebara2, Emi Miyamoto3, Katsuo Abe3, Yoshiyuki Tamura1, Fumio Watanabe3, Shingo Tsuyama4 and Yoshihisa Nakano2
1Laboratory of Nutrition and Food Science, Hagoromo-gakuen College, Sakai 592-8344, Japan 2Department of Applied Biological Chemistry, Osaka Prefecture University, Sakai 599-8531, Japan 3Department of Health Science, Kochi Women’s University Kochi 780-8515, Japan 4Department of Veterinary Science, Osaka Prefecture University, Sakai 599-8531, Japan
(Received 7 July 2000 ± Revised 5 October 2000 ± Accepted 3 January 2001)
To clarify the bioavailability of vitamin B12 in lyophylized purple laver (nori; Porphyra yezoensis), total vitamin B12 and vitamin B12 analogue contents in the laver were determined, and the effects of feeding the laver to vitamin B12-deficient rats were investigated. The amount of total vitamin B12 in the dried purple laver was estimated to be 54 ́5 and 58 ́6 (SE 5 ́3 and 7 ́5 respectively) mg/100 g dry weight by Lactobacillus bioassay and chemiluminescent assay with hog intrinsic factor respectively. The purple laver contained five types of biologically active vitamin B12 compounds (cyano-, hydroxo-, sulfito-, adenosyl- and methylcobalamin), in which the vitamin B12 coezymes (adenosyl- and methylcobalamin) comprised about 60 % of the total vitamin B12. When 9-week-old vitamin B12-deficient rats, which excreted substantial amounts of methylmalonic acid (71 ́7(SE 20 ́2) mmol/d) in urine, were fed the diet supplemented with dried purple laver (10 mg/kg diet) for 20 d, urinary methylmalonic acid excretion (as an index of vitamin B12 deficiency) became undetectable and hepatic vitamin B12 (especially adenosylco- balamin) levels were significantly increased. These results indicate that vitamin B12 in dried purple laver is bioavailable to rats.
Vitamin B12 deficiency: Purple laver: Urinary methylmalonate excretion: Hepatic vitamin B12 content
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Entrevista de Dr. Joseph Mercola com Ginny Bank sobre Clorela e Espirulina
Super Entrevista sobre as super Algas
Um dos melhores benefícios das micro algas seria para os vegetarianos e veganos que querem um aporte maior de proteínas e vitaminas do complexo B a partir de uma fonte não-animal, porque as vitaminas B e proteínas normalmente vêm de origem animal.
Então, se você é vegetariano ou especialmente se você for um vegan, clorela é uma ótima maneira de se obter essas proteínas e assim obter as vitaminas B que você normalmente não consegueria por não comer produtos de origem animal.
Clorela é também um desintoxicante. Ela repara os tecidos nervosos além de ser um grande potenciador do sistema imunológico. Ela pode melhorar a digestão, promover um pH saudável no intestino, pois ajuda os microorganismos e as bactérias boas. Possui um grande potencial diversificado, nutricionalmente falando.
DM: A Espirulina é um outro tipo de alga que é freqüentemente confundido com clorela e tem muitas das mesmas características.
GB: É verdade. É também uma boa fonte de proteína vegetal. Na verdade, ela tem ligeiramente mais proteína que a clorela.
Basicamente a diferença entre elas é que apesar de ambas serem algas, uma é alga verde-azulada e a outra é uma alga verde. Elas têm diferentes perfis nutricionais. Ambos são de alta proteína, mas a Espirulina é maior em B12. Possui uma enzima antioxidante superóxido dismutação. São ricas em ácidos graxos essenciais( tanto ômega 3 quanto ômega 6).
Clorela tem mais clorofila. Ela tem altos níveis de nucleotídeos de RNA e DNA e possuem altos níveis de betacaroteno. Muitos profissionais na área de saúde recomendam tomar as duas. Elas não disputam e sim se complementam. Uma combinação das duas que realmente será a força motriz nutricional.
DM: Um dos benefícios do clorela, pelo menos que eu estou familiarizado com Dietrich Klinghardt, seria de que ela pode extrair metais pesados do nosso corpo. Ela se liga muito fortemente a estes metais pesados. Eu não acredito que isso seja uma característica da espirulina.
GB: É verdade. A parede celular da Clorela é capaz de atrair compostos de metais pesados e em alguns casos, até mesmo certos pesticidas.
Você precisa estar recebendo pelo menos 4 gramas por dia de clorela para se obter os benefícios que ela proporciona.
DM: É melhor tomar tudo de uma vez ou dividir ao longo do dia?
GB: De uma só vez na primeira refeição do dia.
DM: Muitas pessoas, na minha experiência, tendem a se tornar um pouco enjoadas quanto ao uso de microalgas pela primeira vez.
Qual é a sua experiência com isso e você tem alguma recomendação?
GB: Uma das razões pode ser a desintoxicação do corpo. Muitas vezes elas proporcionam um pouco de náuseas ou diarréia. Isso deveria passar depois de 3 dias. Muito disso é o resultado da capacidade da Clorela de afixar os metais pesados do corpo e conduzí-los para as fezes. Antes de entrar nas fezes,a clorela sai das camadas de gorduras para a corrente sanguínea, o que pode levar a determinadas pessoas a sentirem dores de cabeça e enjoo.
MS: Então o ideal é começar com doses menores no início?
GB: Sim. Vai aumentando aos poucos . Isso é realmente
uma dica muito boa.
DM: Qual seria a melhor maneira de se estar utilizando estas algas :sozinhas, com água ou nas refeições?
GB: Eu acho que é a melhor maneira de consumí-las ,seria tomando com algum alimento para se evitar as náuseas Mas isso não acontece a todos. Ou na forma de pó nos alimentos.
Fonte desta entrevista:
http://saber-mais.com/entrevistaginnybank/
Clorela ajuda a desintoxicar Dioxina em ratos
http://jn.nutrition.org/content/129/9/1731.long
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