Palestra sobre "Dietas da Moda e suas implicações"
OAB – Cubatão – Av. Joaquim Miguel Couto, 106
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Fazer pipoca pode ser bem mais legal que se imagina!
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Anemia e vegetarianismo
O desafio de ser vegetariano
06/01/2011
Fonte: Jornal do Brasil
Para a nutricionista Patrícia Cunha, a maior dificuldade de cortar a carne do cardápio se deve ao fato de que vivemos em uma sociedade em que o consumo de proteína animal prevalece.
- Parece que o vegetariano incomoda um pouco as pessoas que comem carne, elas não conseguem entender os motivos que o leva a desistir da proteína animal – explica a nutricionista Patrícia Cunha. – Mas a dieta vegetariana é completamente possível. O único nutriente que o vegetariano tem que consumir, que não encontra em outros alimentos é a vitamina B12. Se ela não consome leite ou derivados, ela tem de fazer suplementação da vitamina B12.
A corrente, no entanto, encontra algumas controvérsias. Para o médico ortomolecular Luiz Paulino, a proteína animal não é substituível porque a forma em que o ferro se apresenta na carne – muito importante para o desenvolvimento do corpo humano – é diferente de qualquer outros alimentos, mesmo derivados.
A ingestão de carne só pode ser prejudicial em alguns tipos de patologias – explica. – Para pacientes com problemas renais e de imunidade é recomendada a suspensão de proteína animal, mas durante um tempo. Para adultos que já tiveram alimentação normal, não há problemas em adotar uma dieta vegetariana, mas em crianças não é aconselhável começar direto com um regime vegetariano.
A assistente editorial Paula de Carvalho decidiu cortar a proteína animal do seu cardápio por questões ideológicas: para ela, a opção é um boicote à industrialização da carne.
Para mim é uma questão de filosofia, eu sou contra qualquer exploração dos animais – observa. – Quando eu resolvi parar de comer carne, fui pesquisar e descobri que não há nada nos alimentos de origem animal que eu não possa repor com os de origem vegetal. Eu praticamente me dei uma aula de nutrição, e deu certo: faço exames com frequência e minha saúde está ótima.
O caso de Paula, no entanto, não é comum. Patrícia Cunha alerta que é importante consultar um nutricionista para montar uma dieta balanceada e que auxilie quem quer se tornar vegetariano a se acostumar com o novo estilo de vida.
Patrícia adianta que o grande problema é o vegetariano mal nutrido, conhecido como junkie vegetariano – aquela pessoa que simplesmente corta o consumo de carne, sem pro curar repor os nutrientes.
Se ela opta por cortar a carne, sem repor os nutrientes com uma dieta rica em grãos e soja, por exemplo, ela vai ficar com a alimentação carente – prevê. – Fazendo as combinações corretas, você têm todos os elementos essenciais na dieta.
Para quem opta pela dietasem carne, o desafio é variar o cardápio e encontrar restaurantes que ofereçam alimentação mais saudável. É uma das tarefas do cozinheiro vegetariano Lucas Dertoni, que já teve que deixar um trabalho em um refeitório, pela obrigatoriedade de mexer com carne.
As pessoas que comem carne todo dia têm a ilusão de que esta é a única forma de se sentir satisfeito – observa. – Muita gente não entende que é possível fazer uma refeição saudável sem comer carne. Por isso é muito difícil comer na rua. Nas lanchonetes não há opções vegetarianas, a gente acaba ficando limitado. Quando há alguma coisa assim, é muito mais caro.
Anemia: um em cada quatro brasileiros sofre com a doença
03/05/2010
Fonte: A Gazeta
Gustavo Cheluje
lgcheluje@redegazeta.com.br
Baixo desempenho no trabalho e na prática de exercícios físicos, dificuldade de concentração, irritabilidade, fraqueza, cansaço, tontura, falta de ar, perda de apetite, palidez na parte interna dos olhos e lábios. Esse são alguns dos sintomas característicos da anemia, doença que atinge, segundo o Ministério da Saúde, 25% dos brasileiros.
A anemia é caracterizada pela deficiência no tamanho ou no número de células sanguíneas (glóbulos vermelhos) ou ainda, na quantidade de hemoglobina (pigmento) que elas contêm, trazendo como consequência a limitação das trocas de oxigênio e gás carbônico entre o sangue e as outras células do nosso corpo.
De acordo com a nutróloga Karolina Calfa, vários fatores podem levar o indivíduo à anemia. “A doença pode resultar de uma ALIMENTAÇÃO pobre em ferro, de problemas intestinais que interferem na absorção dos ALIMENTOS ou ainda da perda de sangue intensa”, explica.
Reforço na gravidez
Crianças pequenas e mulheres em idade fértil, por conta do ciclo menstrual, correm maior risco de desenvolver anemia por deficiência de ferro. “A gravidez também aumenta o risco, porque a absorção de ferro por parte do feto pode exaurir as reservas maternas desse mineral. Uma gestante precisa de quase mil miligramas a mais para manter-se saudável”, informa. O homem, por exemplo, precisa de um a dois miligramas de ferro diariamente, e a mulher, quatro miligramas.
Para a especialista, comer carne é essencial para a ingestão de vitamina B12, que também auxilia no combate à anemia. Quanto à insuficiência de ferro, pode ser sanada com o consumo de vários ALIMENTOS. “Encontra-se ferro onde existe hemoglobina, ou seja: sangue. Um exemplo está nas carnes, como o fígado. Mariscos, como a ostra, também são ricos no mineral”, afirma Karolina. Entre as verduras, de acordo com a nutróloga, destacam-se as folhas verdes escuras, como o espinafre e a vagem; e entre as leguminosas, as ervilhas e o feijão.
Precaução
Tome cuidado com a ingestão de ALIMENTOS que inibem a absorção de ferro. “Os farelos, como a farinha de trigo, o café e os chás devem ser consumidos com parcimônia, principalmente para os portadores de anemias. Seja cauteloso, também, com as dietas restritivas, em especial com as que substituem os ALIMENTOS pelas chamadas rações”, alerta.
Os vegetarianos mais radicais correm o risco de desenvolver anemia perniciosa, resultante da abstinência crônica, em especial, de vitamina B12. “Não há como substituir a ALIMENTAÇÃO. É necessário procurar um médico e, em alguns casos, usar suplementos alimentares”, frisa Karolina.
Para evitar o problema
O cardápio
A melhor maneira de se prevenir da anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. É falsa a lenda de que a beterraba, sozinha, é um santo remédio
Exame médico
Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. Por isso é preciso consultar um clínico. O médico poderá receitar remédios com ácido fólico e ferro, além da DIETA. Com o exame de sangue, ele pode dizer qual suplemento de minerais e vitaminas corrigirá o problema
Tipos de anemia
Dependendo da gravidade da anemia, o médico pode indicar suplementos de ácido fólico, ferro, vitaminas C e B12, além de vacinas (contra hepatites A e B) ou, em casos extremos, transfusões de sangue
E as crianças?
Nelas, além da DIETA, os sintomas são tratados com vermífugos. A presença de vermes no aparelho digestivo reduz o número de hemácias e causa anemia
Em jejum
O ferro é mais bem absorvido em jejum, seguido por ALIMENTOS com vitamina C (laranja, agrião, pimentão, vegetais verde-escuros)
Fluxo menstrual
Na mulher, a menstruação também é uma vilã. Se você menstrua mais do que o normal, a perda repentina de sangue faz diminuir seus estoques de ferro
Eles também sofrem
No homem, a maior causa é a perda de sangue em órgãos ligados à digestão: gastrite, úlcera ou hemorroidas
Na gravidez
O ginecologista pede o hemograma no início do pré-natal. O exame diz de quais vitaminas e compostos a gestante precisará. Um é o ácido fólico, que aumenta a produção de sangue
Atenção ao idoso
Neles, a anemia é mais perigosa e deve ser rastreada pelo hemograma. Ela pode ser causada por um tumor do aparelho digestivo ou por problemas na medula óssea
O que incluir no prato
Açúcar mascavo e melado: como não foi refinado, ele contém ferro (o que não acontece no açúcar branco)
Folhas verdes escuras: couve, brócolis, rúcula e agrião são fontes de vitamina C, ferro e magnésio.
A vitamina C melhora a absorção do ferro contido em fontes vegetais
Feijões, ervilha, lentilha: as leguminosas são fontes de proteína e de ferro, que auxilia no combate a anemia
Mariscos: em especial as ostras
Carne vermelha: é uma ótima fonte de ferro, numa versão em que o mineral é facilmente absorvido pelo organismo
Anemia: um em cada quatro brasileiros sofre com a doença
03/05/2010
Fonte: A Gazeta
Gustavo Cheluje
lgcheluje@redegazeta.com.br
Baixo desempenho no trabalho e na prática de exercícios físicos, dificuldade de concentração, irritabilidade, fraqueza, cansaço, tontura, falta de ar, perda de apetite, palidez na parte interna dos olhos e lábios. Esse são alguns dos sintomas característicos da anemia, doença que atinge, segundo o Ministério da Saúde, 25% dos brasileiros.
A anemia é caracterizada pela deficiência no tamanho ou no número de células sanguíneas (glóbulos vermelhos) ou ainda, na quantidade de hemoglobina (pigmento) que elas contêm, trazendo como consequência a limitação das trocas de oxigênio e gás carbônico entre o sangue e as outras células do nosso corpo.
De acordo com a nutróloga Karolina Calfa, vários fatores podem levar o indivíduo à anemia. “A doença pode resultar de uma ALIMENTAÇÃO pobre em ferro, de problemas intestinais que interferem na absorção dos ALIMENTOS ou ainda da perda de sangue intensa”, explica.
Reforço na gravidez
Crianças pequenas e mulheres em idade fértil, por conta do ciclo menstrual, correm maior risco de desenvolver anemia por deficiência de ferro. “A gravidez também aumenta o risco, porque a absorção de ferro por parte do feto pode exaurir as reservas maternas desse mineral. Uma gestante precisa de quase mil miligramas a mais para manter-se saudável”, informa. O homem, por exemplo, precisa de um a dois miligramas de ferro diariamente, e a mulher, quatro miligramas.
Para a especialista, comer carne é essencial para a ingestão de vitamina B12, que também auxilia no combate à anemia. Quanto à insuficiência de ferro, pode ser sanada com o consumo de vários ALIMENTOS. “Encontra-se ferro onde existe hemoglobina, ou seja: sangue. Um exemplo está nas carnes, como o fígado. Mariscos, como a ostra, também são ricos no mineral”, afirma Karolina. Entre as verduras, de acordo com a nutróloga, destacam-se as folhas verdes escuras, como o espinafre e a vagem; e entre as leguminosas, as ervilhas e o feijão.
Precaução
Tome cuidado com a ingestão de ALIMENTOS que inibem a absorção de ferro. “Os farelos, como a farinha de trigo, o café e os chás devem ser consumidos com parcimônia, principalmente para os portadores de anemias. Seja cauteloso, também, com as dietas restritivas, em especial com as que substituem os ALIMENTOS pelas chamadas rações”, alerta.
Os vegetarianos mais radicais correm o risco de desenvolver anemia perniciosa, resultante da abstinência crônica, em especial, de vitamina B12. “Não há como substituir a ALIMENTAÇÃO. É necessário procurar um médico e, em alguns casos, usar suplementos alimentares”, frisa Karolina.
Para evitar o problema
O cardápio
A melhor maneira de se prevenir da anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. É falsa a lenda de que a beterraba, sozinha, é um santo remédio
Exame médico
Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. Por isso é preciso consultar um clínico. O médico poderá receitar remédios com ácido fólico e ferro, além da DIETA. Com o exame de sangue, ele pode dizer qual suplemento de minerais e vitaminas corrigirá o problema
Tipos de anemia
Dependendo da gravidade da anemia, o médico pode indicar suplementos de ácido fólico, ferro, vitaminas C e B12, além de vacinas (contra hepatites A e B) ou, em casos extremos, transfusões de sangue
E as crianças?
Nelas, além da DIETA, os sintomas são tratados com vermífugos. A presença de vermes no aparelho digestivo reduz o número de hemácias e causa anemia
Em jejum
O ferro é mais bem absorvido em jejum, seguido por ALIMENTOS com vitamina C (laranja, agrião, pimentão, vegetais verde-escuros)
Fluxo menstrual
Na mulher, a menstruação também é uma vilã. Se você menstrua mais do que o normal, a perda repentina de sangue faz diminuir seus estoques de ferro
Eles também sofrem
No homem, a maior causa é a perda de sangue em órgãos ligados à digestão: gastrite, úlcera ou hemorroidas
Na gravidez
O ginecologista pede o hemograma no início do pré-natal. O exame diz de quais vitaminas e compostos a gestante precisará. Um é o ácido fólico, que aumenta a produção de sangue
Atenção ao idoso
Neles, a anemia é mais perigosa e deve ser rastreada pelo hemograma. Ela pode ser causada por um tumor do aparelho digestivo ou por problemas na medula óssea
O que incluir no prato
Açúcar mascavo e melado: como não foi refinado, ele contém ferro (o que não acontece no açúcar branco)
Folhas verdes escuras: couve, brócolis, rúcula e agrião são fontes de vitamina C, ferro e magnésio.
A vitamina C melhora a absorção do ferro contido em fontes vegetais
Feijões, ervilha, lentilha: as leguminosas são fontes de proteína e de ferro, que auxilia no combate a anemia
Mariscos: em especial as ostras
Carne vermelha: é uma ótima fonte de ferro, numa versão em que o mineral é facilmente absorvido pelo organismo
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Micro-organismos da flora intestinal e contato com substâncias tóxicas têm impacto no peso, diz ciência
Mariana Lenharo – Jornal da Tarde
Ganhar peso não depende apenas do equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta com atividades físicas ou da herança genética. Essa equação pode contemplar pelo menos mais três variáveis, como o tipo de bactéria que a pessoa tem em sua flora intestinal, o grau de exposição a substâncias tóxicas e a quantidade de cálcio que ela ingere, de acordo com pesquisadores brasileiros que ontem se reuniram para debater o assunto.
O tema foi discutido no simpósio Causas não clássicas da Obesidade, durante o 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo. Um dos palestrantes, o endocrinologista Mário José Abdalla Saad, professor de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz que começou a pesquisar sobre o papel da flora bacteriana intestinal na obesidade há quatro anos e sua primeira pesquisa sobre o assunto foi publicada em 2006 pela revista científica Nature.
“O número de bactérias que habita nosso intestino é 10 vezes maior do que o número de células do nosso próprio organismo. Por isso, achar que elas não têm nenhum papel relevante em doenças é um pouco de inocência”, analisa. Segundo ele, bactérias presentes no intestino do obeso são diferentes das observadas no intestino de um indivíduo magro, tanto em ratos quanto em seres humanos.
Agora, os cientistas investigam como essas bactérias interferem na gordura corporal. Uma das possibilidades é a de que alguns tipos de bactérias, mais frequentes no trato intestinal dos gordinhos, extraiam a energia dos alimentos e a repassem para o organismo do indivíduo, induzindo ao ganho de peso. Enquanto isso, outras bactérias, mais comuns no intestino dos magros, extraem e consomem essa energia, o que favorece a manutenção de um corpo esbelto.
O objetivo das pesquisas é criar um tratamento para a obesidade com base no mecanismo de atuação das bactérias intestinais. “Só é preciso tomar cuidado para não aparecerem ‘milagreiros’ oferecendo tratamentos com antibióticos ou probióticos que prometam o fim da obesidade”, alerta Saad. Ele explica que a “eficiência” das bactérias varia de pessoa para pessoa e que, hoje, os estudos ainda estão sequenciando o DNA desses micro-organismos para entender melhor o processo.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), é plausível que o excesso de peso esteja relacionado a fatores que não são usualmente investigados como causas para o problema. Para ele, o crescimento da obesidade está atualmente desproporcional à modificação dos hábitos da população. “Não vale mais essa história de que o obeso é um sem-vergonha que come muito e que não se exercita. Há uma série de outros fatores que contribuem para isso”, diz.
Segundo Halpern, o trabalho de Saad traz um campo novo de estudos e uma esperança de tratamentos para o futuro. “Além de sabermos que obesos têm bactérias diferentes das de pessoas magras, algumas experiências mostram que se pegarmos as bactérias de um animal obeso e passarmos para o animal magro, ele tende a engordar”, explica.
Embalagens e pesticidas têm ligação com a gordura
Entre as causas não clássicas de obesidade discutidas ontem no 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica estão os disruptores endócrinos. São substâncias tóxicas que interferem na ação dos hormônios corporais e podem estar em plásticos, agrotóxicos, produtos de limpeza e embalagens de alimentos. A mais popular delas é o bisfenol A, que foi alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado – quando os fabricantes, em todo território nacional, passaram a ser obrigados a informar a presença do composto em seus produtos.
Testes em laboratório comprovaram que substâncias como o bisfenol A, presente em latas de refrigerante e até em mamadeiras, aumentaram o risco de obesidade em ratos, relata o médico Nelson Rassi, chefe da Divisão de Endocrinologia do Hospital Geral de Goiânia e professor visitante do Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami. Segundo ele, um levantamento nos EUA mostrou que 95% das crianças e adolescentes daquele país apresentam bisfenol A na urina. Outro composto que teria relação com a obesidade, segundo Rassi, é o ftalato, usado em plásticos, perfumes e loções. De acordo com ele, a substância teria a capacidade de aumentar o volume das células corporais. A tributirina, fungicida usado no tratamento de madeiras, exerceria efeito similar, diz Rassi.
Professor da Universidade de Pernambuco, o médico Luiz Henrique Griz apresentou, com base em um compilado de estudos internacionais, a possível relação entre cálcio, vitamina D e ganho de peso: quanto menor o consumo desses nutrientes, maior o risco. “Vitamina D e cálcio não são uma solução mágica para perder peso, mas têm papel importante nesse processo.”
Maus hábitos ainda pesam mais na balança
A obesidade tem sido alvo cada vez mais frequente de investigações científicas. E não é por acaso: os homens acima do peso, por exemplo, já são maioria no País e também na cidade de São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, 15% da população da cidade está obesa.
Mas no caso da capital, os maus hábitos têm grande parcela de culpa. O paulistano está acima da média nacional no consumo de refrigerantes e carne gordurosa. E se exercita menos do que a maioria dos outros brasileiros: na cidade, só 13,7% da pessoas seguem as indicações da Organização Mundial de Saúde para a prática de exercícios, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (Vigitel).
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Alga marinha Nori ajuda a melhorar nível de B12 em ratos
Feeding dried purple laver (nori) to vitamin B12-deficient rats significantly improves vitamin B12 status
Shigeo Takenaka1*, Sumi Sugiyama1, Shuhei Ebara2, Emi Miyamoto3, Katsuo Abe3, Yoshiyuki Tamura1, Fumio Watanabe3, Shingo Tsuyama4 and Yoshihisa Nakano2
1Laboratory of Nutrition and Food Science, Hagoromo-gakuen College, Sakai 592-8344, Japan 2Department of Applied Biological Chemistry, Osaka Prefecture University, Sakai 599-8531, Japan 3Department of Health Science, Kochi Women’s University Kochi 780-8515, Japan 4Department of Veterinary Science, Osaka Prefecture University, Sakai 599-8531, Japan
(Received 7 July 2000 ± Revised 5 October 2000 ± Accepted 3 January 2001)
To clarify the bioavailability of vitamin B12 in lyophylized purple laver (nori; Porphyra yezoensis), total vitamin B12 and vitamin B12 analogue contents in the laver were determined, and the effects of feeding the laver to vitamin B12-deficient rats were investigated. The amount of total vitamin B12 in the dried purple laver was estimated to be 54 ́5 and 58 ́6 (SE 5 ́3 and 7 ́5 respectively) mg/100 g dry weight by Lactobacillus bioassay and chemiluminescent assay with hog intrinsic factor respectively. The purple laver contained five types of biologically active vitamin B12 compounds (cyano-, hydroxo-, sulfito-, adenosyl- and methylcobalamin), in which the vitamin B12 coezymes (adenosyl- and methylcobalamin) comprised about 60 % of the total vitamin B12. When 9-week-old vitamin B12-deficient rats, which excreted substantial amounts of methylmalonic acid (71 ́7(SE 20 ́2) mmol/d) in urine, were fed the diet supplemented with dried purple laver (10 mg/kg diet) for 20 d, urinary methylmalonic acid excretion (as an index of vitamin B12 deficiency) became undetectable and hepatic vitamin B12 (especially adenosylco- balamin) levels were significantly increased. These results indicate that vitamin B12 in dried purple laver is bioavailable to rats.
Vitamin B12 deficiency: Purple laver: Urinary methylmalonate excretion: Hepatic vitamin B12 content
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